Exames: Fenprof acusa ministro de lançar "clima de suspeição" sobre professores
A federação pede a demissão de Fernando Alexandre, considerando que o único responsável político pelas falhas é o próprio ministro.
A federação pede a demissão de Fernando Alexandre, considerando que o único responsável político pelas falhas é o próprio ministro.
Organização assegura também que os funcionários não são obrigados a trabalhar.
Visita guiada às novidades da região alentejana, para desanuviar da polémica: a correção digital aos exames nacionais. O ministro da Educação viu-se sozinho na tempestade, enquanto a Fundação para a Ciência e a Tecnologia teve de sanar um diferendo em torno do programa de IA, Amália.
O Executivo deixou sozinho o governante que tinha poucas manchas no currículo. Tem um setor que estava adormecido novamente à perna – e anticorpos dentro do Governo.
Paulo Raimundo deu como certa a admissão do debate de urgência requerido pelo PCP para sexta-feira.
Em causa estão as falhas identificadas durante o processo de avaliação dos cerca de 300 mil exames nacionais do 11.º e 12.º anos.
A organização sindical de professores criticou a decisão de alterar o processo de classificação dos exames, passando-o a formato digital com sistemas informáticos que têm apresentado problemas.
Fenprof disse que enquanto os exames existirem, "o Estado tem o dever de garantir que decorrem com absoluto rigor, transparência e equidade para todos os alunos, sem exceções".
"Temos uma adesão de 80% à greve", disse o Sindicato de Professores, de Técnicos Superiores, de Assistentes Técnicos e Operacionais.
Segundo dados apurados pela plataforma cívica da metaPROF.
Numa manifestação em frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, em Lisboa.
Não obedecem a professores, nem a assistentes operacionais, batem nos colegas e em quem lhes apareça à frente. A violência começa agora no pré-escolar e intensifica-se no primeiro ciclo.
Perante a diferença entre as vagas inicialmente disponibilizadas e professores colocados, a Fenprof quer saber quantos lugares ficaram efetivamente por ocupar.
A sucessiva contratação a termo faz com que haja professores com salários mais baixos do que os outros colegas com o mesmo tempo de serviço.
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.