Ensaio sobre os recém-nascidos
“Cada vez nascem menos bebés em Portugal”.Que mãos recebem o recém-nascido, o recém-chegado? Que mãos individuais e que mãos coletivas (de um país)?
“Cada vez nascem menos bebés em Portugal”.Que mãos recebem o recém-nascido, o recém-chegado? Que mãos individuais e que mãos coletivas (de um país)?
Entre elogios à seleção portuguesa - destaca ainda a "experiência fundamental" de Ronaldo -, o antigo goleador do FC Porto desvenda os perigos da sua Colômbia, último adversário de Portugal na fase de grupos do Mundial.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
É filha de emigrantes portugueses , nasceu na Venezuela e é professora universitária em Lisboa. Quer acreditar que a transição política está para breve, mas diz para isso acontecer “é preciso muita pressão de dentro e de fora”.
Há um ano mudou de vida: deixou a televisão, voltou-se para o digital e garante que foi o "empurrão" de que precisava para se realizar. Faz caminhadas diárias para refletir, adora Sintra, dançar e viajar. E vibra com a Seleção
A odisseia da chamada “Biblioteca Manguel” dura desde 2020, está longe de terminar e acaba de ter mais um capítulo: a autarquia mudou brutalmente o preço das obras necessárias.
São sobretudo brasileiros e têm milhares de seguidores. Os vizinhos ensinam-nos a tratar do jardim, a apanhar cerejas e levam-nos aos almoços de domingo com a família.
Com muita carga combustível, como em Leiria, podem surgir os incêndios não combatíveis. Domingos Xavier Viegas dirige o Centro de Estudos de Incêndios Florestais e começou a estudar o fogo em 1985.
O País só mexeu neste círculo vicioso à força, sob alçada da troika e de Pedro Passos Coelho, mas o sistema refugiou-se depois nos alçapões das novas regras e continua vivo. Alimenta-se a clientela, mas também a perceção de que "são todos iguais" e o populista “eles querem é tacho”. É pena darem-lhes assim razão. Ninguém propôs sequer seriamente, PS ou PSD, tapar os buracos que permitem a continuação deste carrossel que envergonha ambos. Mas, pelo menos, já nos poupavam à exibição pública de moralidade fake.
O PSD faz de conta que não sabe que ir para a cama com alienígenas, pequenos monstros verdes, poços de veneno, gente com Ébola, damas envenenadoras como na Renascença, ou com o Chega, é sair de lá irremediavelmente envenenado e com a pele a mudar de cor, e pequenos vermes no cérebro
O Chega está a amparar o PSD em vários municípios em troca de nomeações para os seus dirigentes e candidatos. Em Sintra, por exemplo, o partido liderado por Ventura tomou conta da Polícia Municipal e já distribuiu cargos por militantes.
Foi estranho ver um Governo minoritário empenhar capital político numa reforma superficial, que bateria sempre de frente contra uma maioria iliberal.
Além das massagens em salas acolchoadas, há clínicas veterinárias que dispõem de serviços de hidroterapia. A procura destas terapias para animais de companhia aumentou 30% nos últimos dois anos e já houve quem levasse um galo para uma sessão de passadeira.
A água estava igual a ela própria, só lhe faltava o gelo e o limão.
Um lanchinho, cervejas ou uma dentadura nova: os votos têm muitos preços e às vezes só são pagos anos mais tarde. O poder partidário é uma máquina bem oleada, com equipas agarradas ao telefone e condutores que levam idosos a votar.
Uma goleada que nos deixa outra vez com "sensações".