Rede de burlões desmantelada. Imitavam bancos para roubar
Como uma rede de piratas informáticos e de burlões de Gaia enganou e roubou milhares de euros a vários empresários em Portugal. A SÁBADO explica o esquema.
Como uma rede de piratas informáticos e de burlões de Gaia enganou e roubou milhares de euros a vários empresários em Portugal. A SÁBADO explica o esquema.
Entre os detidos estão sete empresários, uma advogada e uma funcionária do ministério dos Negócios Estrangeiros.
Os clientes conseguiam assim ter acesso à comparticipação do Estado quando objetivo era perder peso.
Além de duas buscas domiciliárias, foi ainda realizada uma busca à Unidade de Saúde Familiar (USF) onde as suspeitas exerciam funções.
O GNR pedia aos infratores que pagassem a multa em numerário e depois apagava o registo do auto.
A Anacom, regulador das comunicações eletrónicas, defende alterações à lei para travar estas práticas.
Todas as noivas eram portuguesas, o que permitia a legalização em território nacional, mas nenhum dos imigrantes identificados conseguiu a nacionalidade portuguesa, uma vez que o casamento confere o direito a um título de residência e é necessário um período de cinco anos para que seja dada a nacionalidade.
Homem estabelecia contacto com as vítimas através das redes sociais. Foi condenado a 12 anos de prisão.
No terreno estão 2000 inspetores da Unidade Nacional Contra a Corrupção a realizar buscas em instituições como o Banco de Portugal, a secretaria-geral do Ministério da Justiça e o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos de Justiça
De acordo com a acusação, estão em causa 88 situações ocorridas na Área Metropolitana do Porto.
Os crimes terão permitido "ilicitamente obter lucros que, até ao que foi possível apurar até à data, ascendem a dezenas de milhares de euros".
Advogadas são acusadas ainda de crimes de falsidade informática por terem alegadamente preenchido declarações de interesse falsas.
O termo "cibercrime" abrange uma variedade de atividades ilegais realizadas por meio da internet, incluindo desde ataques a sistemas de informação até fraudes financeiras e roubos de identidade.
A PJ deteve um cidadão estrangeiro, de 29 anos, suspeito de vários crimes de burla qualificada, falsidade informática e branqueamento de capitais, que lesaram 11 pessoas.
Antes de responder ao pedido de ajuda de um familiar, verifique se a pessoa é real. O mais provável é ser um perfil criado por Inteligência Artificial.
Foram também disseminadas campanhas de falsas dívidas a empresas, entre as quais EDP Comercial, CTT, Endesa, Galp, entre outras.