Sánchez abre "período de reflexão" sem descartar eleições
Primeiro-ministro espanhol vai debater com o partido sobre possíveis eleições antecipadas.
Primeiro-ministro espanhol vai debater com o partido sobre possíveis eleições antecipadas.
O ex-Presidente do Governo espanhol escreveu um artigo de opinião onde diz que, apesar do alto nível, a seleção em causa não tem franceses no seu plantel.
O madeirense diz não ter "muito interesse neste PSD” e diz que Montenegro e Passos Coelho são "aves da mesma plumagem”.
Chama-se Nagore Aranburu, é basca, discreta, sofisticada e mãe de três filhos. Foi modelo, rececionista num hotel e agora é coach. Em Madrid vai morar numa casa de €15 milhões.
As ligações aos socialistas que estiveram com Sócrates e os apoios de dirigentes do PSD juntam-se às auscultações que tem feito em vários setores da sociedade civil. O almirante está pronto, mas a ganhar tempo com a crise política: “Nem sequer houve ainda uma reunião com toda a gente.”
"Eu sou a favor de um bloco central. Claro que, para haver um bloco central, o PSD tem de querer e o PS tem de querer", disse, comentando as projeções eleitorais na RTP Madeira.
Agastada pelas sondagens das últimas 24 horas, a esquerda apresentou-se no debate dos partidos com assento na Assembleia da República mais cautelosa e unida contra uma direita que não se limitou a atirar ao PS e trocou muitas acusações entre si.
"A maioria dos madeirenses quer que haja eleições, a maioria dos partidos querem eleições e mesmo dentro do próprio PSD há quem queira eleições", disse Paulo Cafôfo.
O antigo presidente do Governo Regional da Madeira diz ainda que acredita na inocência de Miguel Albuquerque, Pedro Calado e Avelino Farinha.
Pedro Sánchez, que conta também com o apoio do Sumar e de separatistas do País Basco e da Galiza, conseguiu um acordo com os catalães do ERC e Junts per Catalunya em troca de amnistia para os condenados pelas tentativas da Catalunha de ser independente desde 2012.
Líder dos socialistas recusou reunir com Feijóo antes que o parlamento espanhol retome os trabalhos.
Partido do ex-presidente do governo regional Carles Puigdemont não o fará "a troco de nada".
Ex-presidente do governo catalão protagonizou a tentativa de independência de 2017, com um referendo.
As obras começaram em agosto de 2008 e o santuário tem uma área de construção de 22.000 metros quadrados.
"A prioridade é derrotar o colaboracionismo comunistas-socialistas que sonha transformar Portugal numa Venezuela da Europa", considera o ex-presidente do Governo Regional da Madeira.
Membro do Parlamento Europeu estava em fuga desde o outono de 2017.