Copenhaga continua a ser a cidade mais habitável do mundo. Lisboa sobe, mas fica longe do topo
O Global Liveability Index 2026 coloca a capital dinamarquesa à frente de Viena e Melbourne. A capital portuguesa surge em 54.º lugar.
O Global Liveability Index 2026 coloca a capital dinamarquesa à frente de Viena e Melbourne. A capital portuguesa surge em 54.º lugar.
Num fenómeno estruturalmente opaco como a corrupção, a medição através de perceções qualificadas não é uma limitação, mas uma necessidade, para mais numa sociedade de risco e resiliência tão sensível ao ambiente confiável e reputacional e carecida de respostas e reformas.
Cidadania russa pode impedir extradição para Angola, onde Isabel dos Santos foi constituída arguida.
Consultora aponta que os protestos em Hong Kong vão continuar a não ter influência em Macau, que deverá manter-se politicamente estável.
Num relatório sobre os últimos desenvolvimentos no setor do petróleo consultores da unidade de análise económica da Economist estimam que a produção de petróleo volte a cair este ano.
A Economist Intelligence Unit (EIU) elogia as reformas de João Lourenço mais diz que o facto do país continuar dependente das receitas do petróleo constitui um vulnerabilidade,
Lisboa é considerada a 54.ª melhor cidade do mundo para se viver de acordo com um estudo da The Economist Intelligence Unit. A capital portuguesa subiu dois lugares no ranking.
No défice, no crescimento e na dívida, o quadro da Economist Intelligence Unit tem mais sombras que o pintado por Mário Centeno, alertando também que o sector bancário "continua a ser um dos riscos mais acentuados".
Analistas consideram que a actual disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo vai ensombrar o comércio mundial em 2018.
Archer Mangueira, ministro das Finanças angolano, assegura que o Governo "vai reprimir todas as práticas de corrupção" e diz que a meta de crescimento do PIB em 2018 é "ambiciosa".
País enfrenta, desde finais de 2014, uma profunda crise financeira, económica e cambial.
A unidade de previsão e análise da publicação britânica destaca que o ritmo de crescimento do PIB nacional está "muito abaixo" da média do euro, e que a procura interna e o investimento deverão continuar a travar a economia.
O Brasil deverá ter sofrido uma recessão de 3,7% este ano.
Alerta a Economist Intelligence Unit.
Dados avançados pela Economist Intelligence Unit.
Em 2019 um dólar valerá 104,2 kwanzas mas uma nova descida nos preços do petróleo pode agravar a situação