Irão: Teerão ultima com Omã plano que estabelece regime de navegação no Estreito de Ormuz
Omã mediou as negociações nucleares indiretas entre Teerão e Washington que foram interrompidas com os ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.
Omã mediou as negociações nucleares indiretas entre Teerão e Washington que foram interrompidas com os ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.
Líderes estão a discutir vias para solucionar a situação.
Os cânticos foram ouvidos no estádio várias vezes durante o jogo, um encontro de preparação para o Mundial2026, depois de ainda antes do início da partida ter havido assobios quando soava o hino do Egito.
O plano inclui um apelo a um cessar-fogo imediato, à suspensão de ataques contra civis e infraestruturas críticas – como instalações energéticas e de dessalinização – e à reabertura do Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para o comércio global de energia.
A 23.ª edição do Campeonato do Mundo vai ser disputada entre 11 de junho e 19 de julho, por 48 seleções.
O Irão é um dos países cujos residentes estão impedidos de entrar nos Estados Unidos pela administração de Donald Trump, que já prometeu isentar jogadores, equipas técnicas e outros funcionários antes do torneio.
Governo paquistanês afirmou-se como um facilitador essencial entre o Irão e os EUA, permitindo a troca de mensagens, numa altura em que a guerra, conduzida por Washington e Israel, entrou no seu segundo mês.
“O inimigo envia publicamente mensagens de negociação e diálogo, enquanto secretamente planeia uma ofensiva terrestre”, disse Ghalibaf, antigo comandante da Guarda da Revolução, num comunicado divulgado pela agência noticiosa oficial IRNA.
Reacendem-se os receios de perturbações significativas para a economia mundial após um mês de guerra no Médio Oriente.
Concessão foi anunciada por Islamabade como "um passo significativo para a paz".
As opções passam por invadir ou bloquear a ilha de Kharg, invadir Larak, tomar a ilha de Abu Musa e duas ilhas mais pequenas, também estratégicas pela sua localização perto da entrada ocidental do estreito.
Perante a atrocidade da morte do irmão, o autor precisou de estar rodeado de arte para fazer o luto e enfiou-se no MET. O processo demorou uma década e resultou num livro em que um dos maiores museus do mundo é analisado da perspetiva de um vigilante
A garantia consta de um documento, datado de domingo, emitido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, diz a Organização Marítima Internacional.
Numa altura em que 3,2 milhões já tiveram de abandonar as suas casas devido aos ataques israelitas e norte-americanos surguem dúvidas sobre a possibilidade de o conflito gerar uma nova crise humanitária.
Irão estará a negociar com a Federação Internacional de Futebol (FIFA) a mudança dos seus jogos, previstos para as cidades norte-americanas Los Angeles e Seattle.
Trump diz que desconhecia por completo esta operação de Israel, contudo, não é isso que revelam algumas fontes. Segundo autoridades americanas, o presidente "aprovou o ataque para pressionar o Irão a desbloquear o Estreito de Ormuz".