Mundo árabe acusa Israel de querer anexar Cisjordânia
Autoridade Palestiniana, o Hamas, o Egito e o Qatar rejeitaram a decisão de Israel de reabrir o processo de registo de terras na Cisjordânia ocupada.
Autoridade Palestiniana, o Hamas, o Egito e o Qatar rejeitaram a decisão de Israel de reabrir o processo de registo de terras na Cisjordânia ocupada.
Trump insistiu que "é muito importante que o Hamas cumpra o seu compromisso de desmilitarização completa e imediata".
Foi também aprovada a criação de uma lista de “países terceiros seguro”, incluindo todos os países candidatos, mas também países o Bangladesh, Colômbia, Egito, Índia, Kosovo, Marrocos e Tunísia.
Um documento enviado a vários altos funcionários israelitas reforçava a seriedade da ameaça devido ao “alcance do plano e a sua complexidade excecionais”.
Israel permitiu o regresso à Faixa de Gaza de cerca de uma dúzia de palestinianos vindos do Egito, após a reabertura parcial da passagem fronteiriça de Rafah. A passagem estava fechada desde que as tropas israelitas assumiram o controlo em maio de 2024, mas a reabertura, na noite de segunda-feira, foi sobretudo simbólica, com poucas pessoas autorizadas a viajar e nenhuma mercadoria autorizada a passar.
A passagem estava fechada desde que as tropas israelitas assumiram o controlo em maio de 2024
A segunda fase do plano de cessar-fogo implica, entre várias medidas, a criação de uma força internacional de estabilização, a formação de um governo palestiniano tecnocrático e o desarmamento do Hamas.
Já o presidente russo anunciou que o seu Ministério dos Negócios Estrangeiros está a estudar o convite.
Quase um terço dos jornalistas detidos relatou ter sofrido maus-tratos, e 20% disseram ter sido torturados ou espancados.
Pelo terceiro mês consecutivo, Portugal surge logo atrás do top-5
Segundo um estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política.
A formação do comité está prevista no plano de paz de Trump e cuja primeira fase incluiu um cessar-fogo que entrou em vigor em outubro de 2025, após dois anos de guerra entre o grupo extremista Hamas e Israel.
A notícia está a ser avançada pela Fox News. A Casa Branca quer impedir a entrada de pessoas que, na ótica da administração americana, podem tornar-se "um encargo público".
Angelina Jolie trabalhou durante duas décadas com a ACNUR e foi enviada especial desse organismo entre 2012 e 2022
No contexto da ofensiva militar israelita contra a Faixa de Gaza.
Países árabes classificam este passo como um “precedente perigoso” e “ameaça à paz”.