Frei Genebro, de Eça de Queiroz
A história acompanha um frade dedicado que enfrenta dilemas morais e tenta equilibrar fé, dever e humanidade, numa narrativa marcada por reflexão e crítica social.
A história acompanha um frade dedicado que enfrenta dilemas morais e tenta equilibrar fé, dever e humanidade, numa narrativa marcada por reflexão e crítica social.
Um homem descobre um tesouro inesperado, mas a ambição, a ganância e as consequências de suas escolhas moldam o desfecho, revelando a natureza humana diante do desejo.
O conto analisa o choque entre tradições e modernidade, expondo a superficialidade e os vícios da sociedade contemporânea de forma irónica e crítica.
Audiobook
Registe-se para ler o Ebook com histórias curtas onde mistério, crítica social e ironia se cruzam, revelando segredos, paixões e quedas morais que nos prende do início ao fim.
Um relato do cotidiano rural e dos segredos da vida numa aldeia. O moinho transforma-se num cenário de encontros, pequenas intrigas e reflexões sobre caráter e destino humano.
Um poeta busca inspiração e reconhecimento, enquanto Eça revela a tensão entre talento e ambição, e a forma como a sociedade aprecia ou ignora a sensibilidade artística.
A história retrata uma jovem com características únicas que atraem olhares e rumores na sociedade. Entre mal-entendidos e curiosidade alheia, Eça explora vaidades, preconceitos e pequenas hipocrisias da vida urbana portuguesa.
A cerimónia de trasladação dos restos mortais do escritor Eça de Queiroz começou minutos antes das 9h na Assembleia da República, de onde seguirá, previsivelmente perto das 10h, em direção ao Panteão Nacional.
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As roupas extravagantes, as viagens exóticas, os hotéis mais luxuosos, os grandes jantares, as mulheres proibidas e as mais fáceis. Eça gostava do melhor que a vida podia oferecer. Ganhava bem, gastava ainda mais, acumulava dívidas, pedia dinheiro e favores. Rejeitado pela mãe, construiu uma família unida. Na semana em que os seus restos mortais são transladados para o Panteão, esta é a sua história pessoal.
As viagens exóticas, os hotéis luxuosos, as roupas extravagantes, as mulheres e os jantares com os amigos. Na semana em que os restos mortais de Eça de Queiroz vão ser transladados para o Panteão Nacional, relembramos a vida do escritor. E ainda: Clara Pinto Correia, Maude Queiroz Pereira e o património dos deputados do Chega.
A 25 de janeiro deste ano, o Supremo Tribunal Administrativo rejeitou o recurso dos seis bisnetos do escritor Eça de Queiroz, que contestam a sua trasladação para o Panteão Nacional, permitindo que a homenagem apoiada pela maioria dos descendentes se concretize.
Dos 22 bisnetos de Eça de Queiroz, 13 concordaram com a trasladação para o Panteão Nacional, havendo três abstenções.
O Supremo Tribunal Administrativo rejeitou a providência cautelar interposta por seis dos 22 bisnetos do escritor que queriam impedir a transladação de Eça de Queiroz para o Panteão Nacional
O escritor Afonso Reis Cabral diz que tanto ele como "a Fundação Eça de Queiroz e a maioria familiar" estão "muito satisfeitos" por tribunal ter confirmado os seus argumentos.