Delcy Rodríguez pede à população venezuelana que poupe água e luz devido a 'Superniño'
O apelo faz parte de um plano para colmatar as falhas elétricas no país.
O apelo faz parte de um plano para colmatar as falhas elétricas no país.
A presidente anunciou a 17 de julho o acesso a 346 milhões de dólares (302 milhões de euros) do FMI, que prometeu destinar à reconstrução.
A maioria dos estragos diz respeito a habitações destruídas.
Já o número de feridos manteve-se em 16.740, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.
Delcy Rodríguez explicou que os fundos vão permitir "apoiar as famílias afetadas em matéria de habitação, infraestruturas e serviços públicos essenciais, entre outras necessidades".
O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis.
Depois da captura de Maduro não trazido uma mudança de regime, a insatisfação social reforçada pelas consequências do sismo podem levar à contestação social no país.
O número total de mortos subiu para 2.295 e registam-se 12.400 feridos.
Entre os 79 mortos, 69 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 14 crianças e 65 adultos.
Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU tem 3.000 toneladas de alimentos disponíveis para distribuição no país.
O anterior balanço, divulgado na segunda-feira à tarde, dava conta de 56 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela.
"Chegou a hora. É meu dever estar com o meu povo", afirmou a líder da oposição venezuelana.
Foram confirmadas as mortes de 53 lusodescendentes ou portugueses, entre as quais oito crianças.
Já passaram mais de 72 horas após dois grandes sismos que causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos.
Informação foi confirmada esta sexta-feira pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
Anunciou a chegada para breve de ajuda internacional.