Presidenciais: Desinformação atingiu mais de 8,3 milhões de visualizações
Segundo um estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política.
Segundo um estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política.
A informação é poder. E esse poder deriva do conhecimento que temos sobre os factos
A politóloga Susana Salgado alerta para o impacto nocivo do excesso de sondagens, que acaba por beneficiar quem vai à frente, mesmo que não seja quem reúne mais apoio real.
Em causa está a violação das regras de divulgação do inquérito de opinião.
Inteligência Artificial do X quer impedir a edição de imagens com pessoas sexualizadas.
Há sinais cada vez mais evidentes de que o uso intensivo destes sistemas pode enfraquecer competências cognitivas fundamentais.
transformam criadores de conteúdo em agentes de mudança com visita à Central de Triagem de Embalagens da Tratolixo
Hoje, a telenovela depende cada vez mais do uso de novas ferramentas para se manter relevante. Vale a pergunta: qual o futuro deste género e será remotamente semelhante ao passado?
Informação foi avançada por Pete Hegseth, num discurso nas instalações da SpaceX.
Seguro a conduzir um autocarro, Cotrim a dançar na discoteca, Ventura a fazer rap racista, Manuel João Vieira com bailarinas. Pela primeira vez na história eleitoral portuguesa, a IA foi amplamente usada pelas campanhas.
O “chatbot”, através da rede social X, tem sido alvo de críticas por criar imagens manipuladas, incluindo representações de mulheres de biquíni ou em poses sexualmente explícitas.
O mecanismo de Inteligência Artificial do X permite a manipulação e sexualização de imagens já existentes na plataforma, até de menores de idade, apesar de ser ilegal.
Docentes pedem também um número máximo de 19 alunos por turma.
Iremos regressar às tascas e tabernas, tentaremos escapar à IA nas redes sociais, vamos vestir rendas e decorar a casa em tons de branco.
59 mil portugueses participaram na campanha de Natal da Ponto Verde
As redes estão preparadas para alavancar o óbvio: emoção, contradição, discussão. O que nos provoca raiva ou indignação ganha uma força que a mesma história, contada de outra forma, não consegue alcançar. E, por isso, se queremos, realmente, fazer por mudar, o digital ajuda mas não chega.