BCE mantém juros da Zona Euro em 2%
A decisão tomada pelo grupo liderado por Christine Lagarde era esperada pelo mercado, apesar dos riscos associados à valorização do euro.
A decisão tomada pelo grupo liderado por Christine Lagarde era esperada pelo mercado, apesar dos riscos associados à valorização do euro.
Análise do Financial Times demonstra outros ganhos de Christine Lagarde além dos divulgados pela autoridade monetária. Diferença coloca líder do BCE a receber quatro vezes mais do que o seu homólogo nos EUA.
"O Conselho do BCE decidiu hoje manter as três taxas diretoras. A inflação continua próxima do objetivo de 2% a médio prazo e a avaliação do Conselho do BCE continua, de forma geral, inalterada", refere um comunicado emitido pelo decisor da política monetária europeia.
A decisão já era esperada pelo mercado, que antecipa que os juros de referência se mantenham em modo de pausa nos próximos meses.
A inflação subjacente, que exclui o efeito dos preços mais voláteis, como energia e alimentos frescos, também se manteve estável, em 2,3%, o mesmo nível de maio e junho.
A autoridade monetária liderada por Christine Lagarde decidiu manter as taxas diretoras no nível em que as colocou no mês passado.
A autoridade monetária liderada por Christine Lagarde anunciou esta quinta-feira a decisão, que era já esperada pelo mercado.
A autoridade monetária da Zona Euro avançou esta quinta-feira com um corte de juros de 25 pontos-base, em linha com o esperado.
A autoridade monetária da Zona Euro avançou esta quinta-feira com um corte de juros de 25 pontos-base, em linha com o esperado.
A diminuição da taxa de juro de referência na Zona Euro era já antecipada pelos mercados dado que a inflação aliviou para 2,4% em fevereiro.
Os governadores decidiram esta quinta-feira cumprir a expectativa dos mercados. Sobre o futuro, reafirmam que vão seguir uma "abordagem dependente dos dados" e reunião a reunião para decidir novas mexidas.
A decisão - já esperada pelo mercado - foi tomada pelos governadores da Zona Euro esta quinta-feira, na última reunião de política monetária do ano.
A decisão já era esperada pelo mercado e tem sido defendida por vários governadores de bancos centrais nacionais, incluindo o português Mário Centeno.
O BCE decidiu cortar as taxas de juro em 25 pontos base, pela segunda vez, depois de um ciclo de aperto monetário que durava desde o verão de 2022. A deliberação tomada esta quinta-feira pelos governadores já era esperada pelo mercado.
Esta suspensão, depois de em junho ter sido deliberado o primeiro corte desde 2019, não foi uma surpresa para o mercado, que já antecipava que não houvesse mexidas. O banco central alerta que é "provável que a inflação global permaneça acima do objetivo ainda durante grande parte do próximo ano".
Ainda não foi desta que o BCE decidiu começar a cortar os juros, tendo assim mantido a taxa de depósitos no máximo de sempre de 4%, a aplicável às operações principais de refinanciamento em 4,5% e a de cedência de liquidez em 4,75%.