Irão ameaça criar nova "zona interdita" no estreito de Ormuz nos próximos dias
Mohsen Rezaï indicou que esta zona "começará na linha de bloqueio da marinha americana e incluirá setores do Golfo", precisou.
Mohsen Rezaï indicou que esta zona "começará na linha de bloqueio da marinha americana e incluirá setores do Golfo", precisou.
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Washington flexibilizou o regime de sanções aos setores do petróleo e da mineração, bem como ao sistema financeiro público.
Líder da oposição reagiu ao acordo petrolífero entre os dois países.
"Acho que eles ainda não estão prontos. Tudo isto é muito recente", declarou Trump na Casa Branca.
O acordo permite aos Estados Unidos explorar 17 campos petrolíferos venezuelanos com um potencial de produção estimado em 65 mil milhões de barris.
Conversações incluem a possibilidade de os EUA obterem uma concessão por 100 anos de vários campos petrolíferos.
Secretário norte-americano da Energia, Chris Wright, afirma que o acordo inclui disposições sobre a não proliferação nuclear militar.
Impostos federais incluem taxas de 18,3 cêntimos por galão para a gasolina e de 24,3 cêntimos por galão para o gasóleo, além de uma taxa de 0,1 cêntimos por galão para ambos os combustíveis.
Secretário da Energia dos EUA, Chris Wright, garante que o Governo de Donald Trump está a tomar "medidas pragmáticas" para aumentar a oferta disponível.
Os EUA decidiram enviar 2.500 fuzileiros para reforçar as tropas que já estão na região.
Chris Wright tinha divulgado na sua conta na rede social LinkedIn um vídeo no qual afirmava que a Marinha dos Estados Unidos (EUA) tinha escoltado "com sucesso um petroleiro pelo Estreito de Ormuz para garantir que o petróleo continua a fluir para os mercados globais".
O secretário de Estado desvalorizou ainda os relatos de asfixia em Teerão causada por uma deterioração da qualidade do ar decorrente dos bombardeamentos à capital iraniana.
Os contratos serão regidos pelas leis norte-americanas e os pagamentos feitos através de contas aprovadas pelo Tesouro dos Estados Unidos.
Após a extração de Maduro de Caracas pelas forças dos Estados Unidos, a Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, entregou a liderança da transição do regime à ex-vice-presidente chavista, Delcy Rodríguez.
A moeda oficial da Venezuela é o bolívar, mas o dólar norte-americano, e ocasionalmente o euro, são utilizados como referência para a fixação de preços de bens e serviços.