Mau tempo: PS pede ao Governo que use todos os mecanismos que tem e fala em "absoluta descoordenação"
Eurico Brilhante Dias lamentou que a Comissão Nacional de Proteção Civil só vá reunir-se no domingo.
Eurico Brilhante Dias lamentou que a Comissão Nacional de Proteção Civil só vá reunir-se no domingo.
Jornalista foi abordado por elementos do corpo de segurança da AR depois de interpelar deputados do PSD sobre o sentido de voto na segunda volta das eleições presidenciais.
Está também prevista uma análise da situação política e uma intervenção aberta do secretário-geral.
Em 2024 foram registados 149 casos e proposta do PSD prevê a atribuição de autorizações temporárias de residência.
Eurico Brilhante Dias promete que o partido vai "garantir um empenhado movimento de apoio aos trabalhadores e àqueles que querem uma lei laboral equilibrada e justa".
Eurico Brilhante Dias diz que o PS vai continuar "a apresentar as propostas que considera serem as melhores para a vida dos portugueses" e vai promover "valores como a liberdade, a igualdade e o progresso".
Depois da parada militar na Praça do Comércio.
Os socialistas também garantem que não vão aprovar propostas que aumentem a despesa, para evitar que o Governo responsabilize a oposição por eventuais défices.
Eurico Brilhante Dias anunciou ainda que o "PS invocará o 25 de novembro com um programa próprio" e que o partido é o "grande vencedor civil" dessa data.
O ministro dos Assuntos Parlamentares procurou, para já, nesta primeira reunião, desdramatizar pontos de divergência entre o Governo e o PS.
Socialistas estão em modo tudo por tudo até às autárquicas, sem esquecer fragilidades do Governo na proteção civil, saúde e lei da nacionalidade. No OE, Carneiro quer aprender com as lições do passado.
O dirigente do PS considera curioso que o Governo tenha marcado as autárquicas para dois dias depois da entrega do orçamento.
"O Governo, infelizmente, escolheu ser radical e construir um bloco radical à direita. É difícil falar, é difícil dialogar com quem não quer conversar no quadro democrático", referiu Eurico Brilhante Dias defendeu estas ideias em declarações aos jornalistas no parlamento.
O líder parlamentar socialista justificou a abstenção do PS neste conjunto de iniciativas por considerar que, ao tornar a violação um crime público, o "Ministério Público deixa de auscultar a vítima para prosseguir".
Raspanetes à frente de todos no bar, zangas, queixinhas e cumplicidades. Durante as últimas semanas, andámos por São Bento a tomar o pulso aos bastidores do partido liderado por André Ventura na altura em que se debatia com o caso do deputado Miguel Arruda e das ofensas às outras bancadas
O líder do PS, Pedro Nuno Santos, recusou hoje qualquer contradição nas suas posições sobre imigração e afirmou que não foi ao encontro das do Governo.