UE acorda sanções contra responsáveis pelo bloqueio do estreito de Ormuz
Kaja Kallas frisou que, durante a reunião, os ministros "foram claros na ideia de que a liberdade de navegação não é negociável".
Kaja Kallas frisou que, durante a reunião, os ministros "foram claros na ideia de que a liberdade de navegação não é negociável".
Monitoriza desinformação, coordena informação classificada, lança equipas de ação rápida nas redes. Bruxelas acelera o passo contra ameaças externas.
A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas.
Na quarta-feira, Israel e os EUA atacaram instalações de gás iranianas.
Sem especificar a natureza ou o âmbito dessa operação europeia a que se referiu, Kallas indicou que, no contexto atual, a UE, além de estar a mobilizar ajuda humanitária para o Líbano, está também a “apoiar as Forças Armadas libanesas a desarmar” o movimento xiita Hezbollah.
A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança referia-se à missão naval “Aspides”, que visa proteger navios comerciais e mercantes no Mar Vermelho, e que poderia eventualmente ser mobilizada para o Estreito de Ormuz caso os 27 assim o decidissem.
Semelhante ao acordo que permitiu a saída de cereais da Ucrânia.
A iniciativa partiu da chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungia, Peter Szijjarto, anunciou que iria bloquear a adoção desse pacote, acusando a Ucrânia de impedir entregas de petróleo russo ao seu país através do oleoduto Druzhba.
Chefe da diplomacia europeia responde aos EUA que valores da civilização do Velho Continente permanecem intactos.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia reúnem-se hoje em Bruxelas para decidir novas sanções à Rússia e aos responsáveis pela repressão no Irão, devendo também discutir a situação na Síria, Palestina e República Democrática do Congo.
Após quase duas décadas de negociações, a Índia e a União Europeia anunciaram, esta terça-feira, que chegaram a um acordo comercial. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e a alta representante da UE, Kaja Kallas, estão reunidos em Nova Deli para assinar o acordo.
Trump garante que Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro e a sua mulher.
A alta representante da União Europeia reforçou que o Donbass não é o “objetivo final de Putin” e que, caso as forças russas conquistem a região, “a fortaleza está destruída e, depois, avançam definitivamente para a conquista de toda a Ucrânia”.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros discutem esta segunda-feira a proposta de apoio à Ucrânia para os próximos dois anos, para tentar desbloqueá-la a tempo da reunião de líderes da União Europeia (UE), no final da semana.
Federica Mogherini está na mira da justiça.