Imprescindível, inadiável, impossível
Precisamos da regionalização, mas não temos como fazê-la. Um mergulho no paradoxo português.
Precisamos da regionalização, mas não temos como fazê-la. Um mergulho no paradoxo português.
Segundo um despacho publicado esta quarta-feira em Diário da República.
A nomeação do ex-diretor-nacional da PJ para ministro da Administração Interna é uma grande carta de Montenegro, mas levanta muitas questões sérias.
O ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou esta terça-feira, durante uma conferência em Leça da Palmeira, a escolha de Luís Neves para o cargo de ministro da Administração Interna. O antigo governante sublinha que esta escolha abre precedentes que considera graves e coloca em causa a separação de poderes. "Não se pode passar, penso eu, de diretor da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna. (...) Não é um bom sinal que se dá", disse.
O Presidente da República ainda teve um papel na escolha do nome de Luís Neves para ministro. E os Serviços de Informação avisam para a guerra psicológica russa sobre os voluntários portugueses.
Presidente da República já tinha lançado desafio na cerimónia de aniversário da PJ, em outubro. Sucessão na PJ será "prata da casa".
"Infelizmente, neste ano e no ano transato, têm sido [conhecidas] situações muito graves de condutas impróprias nas forças de segurança", reconheceu Pedro Figueiredo.
Luís Neves já tomou posse como ministro da Administração Interna. O diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, considerou que a nomeação de Luís Neves para ministro da Administração Interna "é bastante complexa". Para o jornalista da SÁBADO Alexandre R. Malhado, «isto é uma vitória de Luís Montenegro já».
Cerimónia teve lugar em Belém com a presença em peso do Governo.
Rui Rocha, vereador da Câmara de Braga, considera estar em causa a liberdade de expressão
Luís Neves foi escolhido pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, para substituir Maria Lúcia Amaral.
Este novo pedido de adiamento partiu desta vez do Chega e terá a concordância do PSD, mas, para se efetivar, nenhum dos partidos poderá manifestar a sua oposição.
FPF, Liga Portugal, Governo e APCVD foram as entidades contactadas pelo clube minhoto.
É absolutamente vital não deixar permitir por mais tempo a destruição do Estado Social e a deterioração do nível de vida dos portugueses e das portuguesas que é tão propício ao ressurgimento do novo D. Sebastião, ou seja, o verdadeiro herói e líder das Direitas, Pedro Passos Coelho.
O futuro ministro manifestou no passado que ser polícia é "uma missão nobre", considerando que "não é possível continuar a ter salários tão baixos porque não é atrativo".
Desmantelou a ETA em Portugal, coordenou uma das maiores operações de sempre da PJ e foi defendido pela esquerda em matérias de migração.