Viktor Orbán ordena retenção de dinheiro e ouro ucranianos apreendidos
Valores estavam a ser transportados por estrada através da Hungria quando foram apreendidos na quinta-feira passada, com as autoridades a suspeitar de branqueamento de capitais.
Valores estavam a ser transportados por estrada através da Hungria quando foram apreendidos na quinta-feira passada, com as autoridades a suspeitar de branqueamento de capitais.
O primeiro-ministro da Hungria justifica esta afirmação com o facto de todos os restantes países da União Europeia "serem a favor da guerra".
A Rússia que invadiu a Ucrânia há três anos, exige ficar com quatro regiões no leste e no sul do país, além da Crimeia anexada em 2014, e que o Kiev não adira à NATO, o que já foi recusado pelos ucranianos.
Esta semana, Vasco Rato, João Carlos Barradas e Nuno Tiago Pinto analisam a cimeira da NATO em Washington e o tour diplomático do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán.
"Não apresentei qualquer proposta nem formulei qualquer opinião em nome do Conselho Europeu ou da União Europeia", vinca Viktor Órban, numa carta enviada a Michel e também endereçada aos chefes de Governo e de Estado da UE.
Que Europa teremos se Le Pen ganhar as eleições presidenciais em França em 2027? E se a Le Pen, Viktor Orbán e Giorgia Meloni se juntarem outros lideres com visões semelhantes sobre o futuro da UE?
Governo de Viktor Orbán é conhecido pelas suas políticas conservadoras.
Viktor Orbán criticou, também, "a ofensiva LGBT+ [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgénero e outros] da UE contra as nações europeias favoráveis à família".
Ficções à parte, talvez a explicação seja mais prosaica: era o nosso Costa que ali estava, ao lado do aniversariante Viktor Orbán, provavelmente em campanha eleitoral para um qualquer cargo europeu, na esperança de que a sua presença não fosse detectada pelos holofotes.
Encontro dos dois líderes acontece nesta fase conturbada da guerra na Ucrânia.
Orbán ganhou o quarto mandato como primeiro-ministro da Hungria. Aproveitou para criticar o presidente ucraniano, os media internacionais e os “burocratas de Bruxelas”. "Nunca tivemos tantos adversários," afirmou.
"Foi uma vitória tão grande que podem vê-la da lua e certamente podem vê-la de Bruxelas", disse Orbán que é primeiro-ministro da Hungria há 12 anos.
Orbán, que nunca se dignou sequer a proferir o nome do adversário, condenou a invasão russa, mas recusa a imposição de sanções às vendas de gás e petróleo de Moscovo e interdita o fornecimento de material militar da NATO através da fronteira com a Ucrânia.
"Será possível pedir a terceira dose, mas recomendamos que passem quatro meses após a administração da segunda", afirmou o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.
Viktor Orban enviou especialistas para acompanhar o desenvolvimento de vacinas na Rússia e na China e recebeu amostras da vacina russa Sputnik V.
Janez Jansa, em conjunto com o seu homólogo e aliado húngaro, Viktor Orban, foi um dos únicos líderes europeus a apoiar a candidatura de Donald Trump. Considerou ainda que Joe Biden seria "o presidente mais fraco da história dos EUA".