Ministra do Trabalho diz que houve consenso em "mais de três dezenas de artigos" para lei laboral
Rosário Palma Ramalho reconhece, todavia, que ainda há muito trabalho a fazer.
Rosário Palma Ramalho reconhece, todavia, que ainda há muito trabalho a fazer.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
A ministra do Trabalho convocou a UGT e as quatro confederações empresariais para uma reunião na segunda-feira de manhã.
Segundo o ministério liderado por Rosário Palma Ramalho, "o convite já foi aceite pela UGT".
Reunião está agendada para as 15:00 no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa
O encontro deverá contar apenas com a presença das quatro confederações patronais
Matérias como a contratação a termo ou o 'outsourcing' são "inaceitáveis", refere a UGT.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
São o elo mais fraco da era digital, pela precariedade (são falsos recibos verdes). O Supremo deu-lhes razão, como fez com Gabriel. À noite e ao frio, fez entregas de comida na sua motorizada e há quatro meses ganhou o processo – soube pela SÁBADO.
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
Segundo a empresa a composição tinha 289 passageiros, quatro tripulantes e um maquinista a bordo
Estrutura da CGTP não assina acordo proposto pelo Governo, que segundo Sebastião Santana quer fechar as negociações para este ano com aumentos de 56,58 euros, ou um mínimo de 2,15%, e a subida do subsídio de refeição para 6,15 euros por dia.
Candidata presidencial garantiu que se for eleita vetará as alterações à lei propostas pelo Governo.
Adiamento deveu-se a "motivos de agenda".
A manifestação vai decorrer na véspera de a CGTP ser recebida pelo primeiro-ministro, em S. Bento, num encontro pedido pela central sindical e em que deverá também estar presente a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
"Os partidos políticos têm as suas posições, as suas ideologias, as suas propostas, mas entre eleições há compromissos que têm que falar mais alto", frisou António José Seguro.