Pedro Sánchez reitera apelo de Espanha pelo fim do Acordo de Associação da UE com Israel
"Não vamos permitir uma nova Gaza no Líbano", disse o primeiro-ministro espanhol.
"Não vamos permitir uma nova Gaza no Líbano", disse o primeiro-ministro espanhol.
A partida entre Espanha e Egito de 31 de março ficou marcada por cânticos entoados por alguns adeptos espanhóis.
O presidente brasileiro e Montenegro estiveram reunidos duas vezes no ano passado (ambas no Brasil).
Primeiro-ministro espanhol fala num cenário "muito pior" do que o de 2003, com o Iraque.
O Irão ameaçou este domingo fechar completamente o Estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o abastecimento global de petróleo, caso os Estados Unidos ataquem as suas centrais elétricas.
O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, anunciou, esta sexta-feira, um pacote de cerca de 5 mil milhões de euros com medidas para travar os efeitos económicos da guerra no Irão. O plano inclui apoio às famílias mais vulneráveis e cortes nos impostos sobre a eletricidade.
No global, o plano "vai mobilizar" cinco mil milhões de euros, disse Pedro Sánchez.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, voltou a criticar a guerra no Irão, esta sexta-feira, classificando-a como um “erro extraordinário” e afirmando que está “fora da legalidade internacional”. As declarações foram feitas numa intervenção inicial na 36.ª Cimeira Luso-espanhola, quando Sánchez se encontrava ao lado de Luís Montenegro.
Aeronaves americanas podem usar "temporariamente" estas bases. Notícia surge depois de polémicas que envolvem Espanha e Reino Unido.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.
122 portugueses regressaram a Portugal do Dubai, que foi alvo de ataques do Irão e estará a ser preparada uma extração por via terrestre de portugueses em Israel.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, defendeu, esta quarta-feira, a posição do seu governo contra a guerra com o Irão, liderada pelos EUA e Israel, exigindo a fim das hostilidades e uma solução diplomática, "antes que seja tarde demais".
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, reiterou na terça-feira que está contra a guerra no Médio Oriente iniciada com ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irão e que não vai mudar de posição "simplesmente por medo a represálias".
Primeiro-ministro disse ser "contra este desastre" e pediu que os EUA, Israel e Irão cessem as hostilidades.
O Governo realçou que "Espanha é um membro chave da NATO, que cumpre com os seus compromissos".
Trump garantiu que a operação “está a correr muito bem” e defendeu que se os Estados Unidos não tivessem atacado o Irão teria atacado.