Carlos César apoia Seguro e pede concentração de votos já na primeira volta das Presidenciais
Presidente do PS partilhou uma mensagem nas redes sociais.
Presidente do PS partilhou uma mensagem nas redes sociais.
José Luís Carneiro anunciou esta proposta conjunta com o presidente do PS, Carlos César, sublinhando que "é o PS e só o PS que determina o tempo político das suas decisões".
"Fico satisfeito por o PS poder relançar, com uma nova liderança, a energia enfraquecida com os resultados das últimas eleições, para honrar o seu passado e constituir-se como uma boa promessa de futuro", afirmou.
O Presidente do PS falou na manhã deste sábado antes da reunião da comissão nacional do PS para analisar a situação política.
O presidente do PS vai propor a realização de eleições entre o fim de junho e início de julho.
O antigo ministro da Administração Interna de Costa é o único preparado para ir já a eleições internas. Se não aparecer um adversário até sábado, Carlos César prepara-se para acelerar a corrida pela liderança. Mariana Vieira da Silva e Fernando Medina ainda não se retiraram da equação.
Pedro Nuno Santos deixará de ser secretário-geral do PS já no sábado, após a Comissão Nacional, e será o presidente do partido, Carlos César, a assumir interinamente a liderança socialista, confirmou à Lusa fonte oficial partidária.
O PS alcançou o terceiro pior resultado da sua história em legislativas, ficando quase empatado com o Chega, o que levou o seu líder, Pedro Nuno Santos, a apresentar a demissão um ano e meio após a sua eleição.
O dirigente socialista referiu que compete ao PS, "sem se precipitar em ruturas políticas ou aproximações sem critério", continuar a servir o País.
Os cinco representantes propostos por PSD, PS e Chega numa lista conjunta para o Conselho de Estado são Carlos Moedas, Francisco Pinto Balsemão, Pedro Nuno Santos, Carlos César e André Ventura.
Inês César foi proposta à administração para um cargo de direção num projeto de “intervenções assistidas por animais”. A SÁBADO enviou perguntas e o processo acabou bloqueado.
"A situação crida exige, em benefício da credibilidade da democracia, que a palavra seja dada aos madeirenses em eleições regionais", acentuou o presidente do PS.
Carlos César falava na abertura do segundo dia do 24º Congresso Nacional do PS, num discurso em que também sustentou que um eventual executivo de direita no país seguirá o modelo "sem rei nem roque" do cessante Governo Regional dos Açores com "a extrema-direita".
Fonte dos socialistas indica ainda que o convite "foi aceite". Os novos órgãos nacionais do partido vão ser eleitos no congresso que vai decorrer entre 5 e 7 de janeiro.
Rui Tavares, Inês de Sousa Real, Rui Rocha, Paulo Raimundo, André Ventura, Luís Montenegro, Carlos César e Mariana Mortágua já foram ouvidos pelo Presidente da República.
Carlos César aproveitou o incidente no Ministério das Infraestruturas para sugerir uma remodelação governamental. Sérgio Sousa Pinto criticou também a falta de esclarecimentos.