Nuno Cardoso: Metro do Porto recorda responsável por "projetos cruciais" para a cidade
O antigo presidente da Câmara do Porto morreu esta madrugada aos 64 anos, no Hospital de Santo António, no Porto.
O antigo presidente da Câmara do Porto morreu esta madrugada aos 64 anos, no Hospital de Santo António, no Porto.
Nuno Cardoso formou-se em engenharia pela Universidade do Porto e liderou a Câmara da cidade invicta entre 1999 e 2001.
O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, considerou esta terça-feira que os episódios de violência que se registaram nos últimos dias na cidade do Porto refletem o "falhanço do Estado" na área da segurança.
No dia 12 de julho, o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos) pediu à Câmara do Porto "esclarecimentos urgentes" sobre várias empreitadas no centro histórico da cidade.
Pedro Duarte acredita que, "à medida que as pessoas se forem informando melhor", as filas vão começar a encurtar.
Uma das polémicas anda em torno da demolição ilegal do interior da histórica Confeitaria Serrana, por parte do proprietário, o Grupo Lionesa, que detém a Livraria Lello.
O projeto para a construção de edifício de habitação foi licenciado no anterior mandato.
Dados do Registo Nacional de Alojamento Local (RNAL) que a Lusa consultou indicam que o número de estabelecimentos de AL na cidade do Porto é atualmente de 10.821 AL, mais 3% do que no final de 2025.
O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, acredita que esta solução vai "libertar muito do trânsito" da VCI, anunciando ainda um túnel entre a Ponte da Arrábida e a Avenida AEP para aliviar o Nó de Francos.
Assegurando que "a construção de mesquitas na cidade do Porto não é uma prioridade" para o seu executivo, o presidente da autarquia, Pedro Duarte, explicou que a alienação dos imóveis "não impede" que as comunidades religiosas os possam adquirir.
Estima-se que a promessa eleitoral do atual executivo liderado por Pedro Duarte tenha um custo anual máximo aproximado de 20,5 milhões de euros.
É uma das obras mais polémicas da cidade e, mais de duas décadas depois, vai perder dois pisos. Câmara do Porto quer tentar assegurar espaços alternativos para as empresas ali instaladas.
Município portuense sublinha que a iniciativa partiu do clube e que "não deve ser dado como adquirido qualquer modelo de titularidade, gestão ou exploração do futuro equipamento".
Custou cerca de 76 milhões de euros e entrou em circulação a 28 de fevereiro deste ano. Economista crítica inoperância do transporte, o ex-presidente da câmara do Porto fala em "melhor dos dois mundos".
A proposta prevê que seja colocado no local um painel informativo que explique as razões do abate, entre outras informações.
O presidente da Câmara do Porto deslocou-se a Miragaia para também avisar a população que todo o efetivo está em alerta para apoiar a população.