Sábado – Pense por si

E depois do cancro? Vamos atrás dele pelos outros

Curadas do cancro, nunca deixaram a doença para trás: a voluntária Vera regressa sempre ao hospital para contar a sua história a quem está a passar pelo mesmo; Diana usa as redes sociais com o mesmo fim. E Sofia mudou de vida para ajudar outros, através do coaching, a serem felizes – como ela descobriu que podia ser.

Curadas do cancro, nunca deixaram a doença para trás: a voluntária Vera regressa sempre ao hospital para contar a sua história a quem está a passar pelo mesmo; Diana usa as redes sociais com o mesmo fim. E Sofia mudou de vida para ajudar outros, através do coaching, a serem felizes – como ela descobriu que podia ser.

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Diana Freire tinha 22 anos quando decidiu fazer as malas, rumo à Alemanha, para fazer um doutoramento em Hamburgo na área da bioquímica. Um ano depois, a poucos dias dos 24, ouviu: "A Diana tem um tumor". A biópsia que tinha feito depois de sentir um alto no pescoço revelou um linfoma non Hodgkin – um cancro no sangue que aumenta anormalmente as células brancas – e uma etapa que soube que tinha de superar. Hoje, já depois dos 30 anos, está livre da doença mas foi atrás dela, pelas outras pessoas que passem pelo mesmo. Garante que já não é "a mesma Diana" e faz os possíveis para ajudar.

Texto Mariana Branco e Sara Capelo
Fotografia João Miguel Rodrigues e João Cortesão 
Vídeos Liliana Rodrigues, Mariana Margarido e Frederico Nunes
Edição Mariana Branco
Webdesign Edgar Lorga 
Produção multimédia Sandro Martins 
Ajuizando

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