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Helicópteros Kamov custam ao Estado sete milhões por ano

Raquel Lito
Raquel Lito 07 de agosto de 2017 às 20:10

A frota continua reduzida a metade e envolvida em polémica. A Protecção Civil revela à SÁBADO as horas de voo e o encargo anual para o erário público

Kamov é o Rolls Royce dos helicópteros no combate aos incêndios, mas a frota aérea está longe de funcionar em pleno. Idealmente, seria a super-aeronave de fabrico russo capaz de despejar 40 mil litros de água numa hora, fazer dez a doze descargas no mesmo período de tempo e transportar cerca de dez bombeiros até às zonas a arder. Na prática, trabalha a meio gás e a preços elevados. Dos seis helicópteros comprados pelo Estado em 2008, só três estão operacionais e representam uma despesa de sete milhões por ano (incluindo IVA).

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