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André Ventura quer unir a direita e avisa: "O PSD votar Seguro seria gravíssimo"

Isabel Dantas 18 de janeiro de 2026 às 23:15

Candidato admite também que não gostou da declaração de Cotrim de Figueiredo.

André Ventura congratulou-se com os resultados que obteve esta noite e, em declarações à CMTV, disse estar agora focado na missão de unir a direita. Mesmo não tendo o apoio de outros líderes.
Ventura deverá passar à segunda volta Sérgio Lemos
"Estou sozinho pelo país, já me habituei disputar a guerras sozinho, não quero que o socialismo volte. Alguns deste destes protagonistas políticos fizeram declarações infelizes, outros estão certamente a amadurecer estes resultados. É impossível  ficar à margem disto", explicou o líder do Chega. Ventura não deixou de mostrar o seu desapontamento relativamente a Contrim de Figueiredo, que não lhe endossou o seu apoio. "Desiludiu-me. O eleitorado da IL que quer romper com o PS não vota em mim para votar num socialista que os carregou de impostos? Que políticas queremos para o futuro?", questionou. E deixou um recado ao PSD. "O PSD votar seguro era gravíssimo. A partir de amanhã vou trabalhar para agregar a direita toda. Há um eleitorado que se reverá mais numa mudança. (..) Liderar a direita é uma vitória, agora estou focado em agregar a direita, foi essa a missão que os portugueses me deram. Juntar este eleitorado num grande bloco para evitar que os socialistas ganhem. Vai ser uma disputa entre o país que quer ser socialista e o que não quer."
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