As coisas que nunca mudam
Ângela Marques Jornalista
24 de setembro

As coisas que nunca mudam

O jogo tinha terminado há 20 minutos mas eles tinham conversa para duas semanas – a gabarolice ainda estava a engrenar.

chuva caía toda romântica, mansa, como se não quisesse incomodar o vento, que aparecera com pressa para ir a algum lado naquele fim de tarde. Eu devia estar excecionalmente sensível porque reparei nisso em vez de reparar na turba vestida de verde e branco que se movimentava como um todo na minha direção a meio do jardim, quase no fim da minha corrida.

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