A lágrima da Mona Lisa
Ângela Marques Jornalista
06 de agosto

A lágrima da Mona Lisa

A história começava como começam todas as boas histórias: era uma vez um museu à pinha.

Eles não iam deixar nada para ninguém. Em Paris, de férias, iam começar na Disneyland e acabar-se no Museu do Louvre. A lógica: depois do simulador 4D do Ratatouille, a Mona Lisa. Num dia o deleite tolo e infantil, no outro o deslumbramento culto e adulto – assim, aproveitada, a diversidade proporciona, realmente, muito mais diversão do que o cinismo.

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