Crítica de teatro: Quarto Escuro

Mónica Calle e a sua Casa Conveniente encenam um espectáculo passado na casa-de-banho dos homens da discoteca Lux

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Crítica de teatro: Quarto Escuro
Nuno Costa Santos 14 de dezembro de 2016

Espectáculo de Mónica Calle e da sua Casa Conveniente, passado na casa-de-banho dos homens da discoteca Lux: o espectador pouco sabe sobre o que vai ver - e é bom que assim seja. Fala-se em intimidade na sinopse e as fotos remetem para o corpo, mas o tipo de intimidade só será conhecido depois.

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