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Em “Noturno”, Maria Bethânia é luz que nos mantém vivos

Sucessor de “Mangueira – a Menina Dos Meus Olhos” (2020), “Noturno” é o primeiro álbum de originais desde “Meus Quintais” e está disponível em Portugal apenas em formato digital.

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Edição de 19 a 25 de maio
Filipa Vaz Teixeira 27 de agosto de 2021 às 18:08

"Noturno" é a simplicidade e o seu contrário. É a ambiguidade poética que está plasmada desde a capa do álbum (e que polémica gerou) até aos arranjos e à produção musical subtis de Letieres Leite e Jorge Hélder, passando pela escolha dos compositores que enchem o álbum de uma melancolia e tristeza que, qual larva a virar borboleta, se transforma em luz firme chegados à faixa final do disco.

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