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Falámos com os atores de "Refúgio Proibido": "É uma forma mais fácil de ver ficção"

A micronovela "Refúgio Proibido" estreou esta sexta-feira no site do Correio de Manhã. Os atores Pedro Rodil e Leonor Silva falaram com a SÁBADO sobre a aposta no formato vertical.

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Falámos com os atores de 'Refúgio Proibido': 'É uma forma mais fácil de ver ficção'
Sofia Parissi 20 de abril de 2026 às 07:00
O ator Pedro Rodil faz parte do elenco da micronovela "Refúgio Proibido"
O ator Pedro Rodil faz parte do elenco da micronovela "Refúgio Proibido" DR

"É extremamente obsessiva e possessiva", diz o ator Pedro Rodil sobre a personagem que interpreta na micronovela Refúgio Proibido. A produção da Loopdrama Studios, realizada por Jorge Cardoso, foi filmada em formato vertical e já está disponível no  do Correio de Manhã, jornal do grupo Medialivre, que detém a SÁBADO

No primeiro episódio - ao todo são 17, cada um deles com cerca de um minuto - assistimos à fuga de Beatriz (Leonor Silva), uma noiva que vive num contexto de violência doméstica, e que irá contar com a ajuda de Miguel (Hélder Afonso), um jovem pastor que vive na companhia de uma prima (Inês Monteiro). Sobre a narrativa da micronovela, Leonor Silva afirma: "Enquanto mulher e artista, nem sempre tenho a sorte de participar em projetos que me movem. Perante o paradigma nacional, acho que é importante falar sobre o tema [da violência doméstica]."

Pedro Rodil, que interpreta Frank, o noivo de Beatriz, afirma: "A minha personagem conduz a dramaturgia para a parte de suspense e tirania, e comete uma data de infrações humanas".

Segundo os atores, o formato vertical apresenta alguns desafios: "Sendo um formato vertical, com os planos muito mais fechados, temos que nos adaptar e confiar mais ainda na equipa técnica", revela Pedro Rodil. A micronovela foi gravada em apenas dois dias, "o que "exige uma maior disponibilidade por parte da equipa de produção e atores", completa a atriz Leonor Silva. E acrescenta: "Por outro lado, [este formato] também permite que haja uma maior eficiência e uma maior economização do tempo. Para os atores isso é bom, evita que haja hiatos ou dispersões durante a gravação." 

Os dois protagonistas acreditam que a aposta nas micronovelas pode vir a ter um impacto positivo na indústria audovisual portuguesa. "Acho que pode ser bom para o futuro dos atores, para o futuro dos técnicos e para todos os que trabalham na área audiovisual", diz Rodil. 

"É uma forma mais fácil de podermos ver conteúdos de ficção. Hoje em dia estamos sempre no telefone, é algo que faz parte do nosso dia-a-dia", faz notar Leonor Silva. A atriz revela que já tinha assistido a produzidos na China - país onde o formato teve origem - e apesar da hesitação inicial, acabou por ficar "presa ao conteúdo"

Pensada para ser vista no telemóvel, Refúgio Proibido é a primeira de três micronovelas originais, que vão ser lançadas no site do CM. A Medialivre é o primeiro grupo de comunicação privado a apostar nas micronovelas em Portugal.

Veja aqui o trailer:

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