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Crítica de artes plásticas: Eu Não Evoluo, Viajo

A exposição antológica de José Escada pode ser vista no Museu Calouste Gulbenkian até 31 de Outubro

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Carlos Vidal 27 de agosto de 2016 às 07:00

Escada é um pintor de linguagem própria e solitário (apesar dos amigos de Lisboa a Paris, onde integrou o Grupo KWY). E não é assíduo nas colecções institucionais. Há dois núcleos a considerar: o da Gulbenkian (Escada foi autor notado em 1957, na 1.ª Exposição Geral da FCG) e o do Centro de Arte Manuel de Brito, que o homenageou com importante exposição em 2011. Portanto, a carreira de Escada inicia-se com significado nos finais de 50 e em Paris nos anos 60.

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