Melo Diogo, mais conhecido por “Montana”, ou “El Patron”, 54 anos, empresário da noite, segurança e restauração, Tavira. “Sou do Chega desde 2019 porque me identifico com a ideologia do partido.”
Melo Diogo, mais conhecido por “Montana”, ou “El Patron”, 54 anos, empresário da noite, segurança e restauração, Tavira. “Sou do Chega desde 2019 porque me identifico com a ideologia do partido.”
Fernando Rocha, 58 anos, autor. “Sou do Chega desde que me comecei a aperceber que André Ventura tinha tudo a ver com o que eu pensava. Essa história de ser eu a escrever os posts da minha mulher [atriz Maria Vieira] começou com um boato do Herman José, com quem não falamos há 10 anos e de quem também sabemos muitas coisas. Eu e a Maria somos um casal, pensamos da mesma forma, e é natural que quando a Maria está a escrever no Facebook me chame para perguntar o que deve ficar melhor aqui ou ali.”
Fernando Rocha, 58 anos, autor. “Sou do Chega desde que me comecei a aperceber que André Ventura tinha tudo a ver com o que eu pensava. Essa história de ser eu a escrever os posts da minha mulher [atriz Maria Vieira] começou com um boato do Herman José, com quem não falamos há 10 anos e de quem também sabemos muitas coisas. Eu e a Maria somos um casal, pensamos da mesma forma, e é natural que quando a Maria está a escrever no Facebook me chame para perguntar o que deve ficar melhor aqui ou ali.”
Ana Bernardino, 44 anos, encarregada de armazém de restaurante. “Sou do Chega pelos ideais. Concordo com a castração química de pedófilos. Pessoalmente, e porque eu conheço casos, sou a favor da castração física.”
Ana Bernardino, 44 anos, encarregada de armazém de restaurante. “Sou do Chega pelos ideais. Concordo com a castração química de pedófilos. Pessoalmente, e porque eu conheço casos, sou a favor da castração física.”
António Figueiredo, 64 anos, médico anti-aging e anti-obesidade (Clínica da Longevidade Figueiredo Luz), Faro. “Sou do Chega porque finalmente ouvi uma pessoa, André Ventura, a dizer as coisas que eu pensava contra a corrupção e a imigração ilegal.”
António Figueiredo, 64 anos, médico anti-aging e anti-obesidade (Clínica da Longevidade Figueiredo Luz), Faro. “Sou do Chega porque finalmente ouvi uma pessoa, André Ventura, a dizer as coisas que eu pensava contra a corrupção e a imigração ilegal.”
Germano Miranda, 70 anos, reformado dos CTT. “Sou do Chega há um ano e meio, e porque o PS e o PSD fizeram com que o país deixasse de acreditar neles.”
Germano Miranda, 70 anos, reformado dos CTT. “Sou do Chega há um ano e meio, e porque o PS e o PSD fizeram com que o país deixasse de acreditar neles.”
Carlos Carrasco, 58 anos, reformado, vice-presidente da distrital de Setúbal. “Não sou de extrema direita. Sou monárquico tradicionalista nacionalista patriota. Quero que as crianças sejam crianças e que não lhes ensinem que podem ter outro sexo antes dos 16 anos. Portugal é para os portugueses e todos os que vêm para cá têm de seguir as nossas tradições e cultura, e têm de trabalhar e fazer descontos. Sou monárquico antes de ser do Chega. Não acredito na IV República que o partido defende, mas aceito.”
Carlos Carrasco, 58 anos, reformado, vice-presidente da distrital de Setúbal. “Não sou de extrema direita. Sou monárquico tradicionalista nacionalista patriota. Quero que as crianças sejam crianças e que não lhes ensinem que podem ter outro sexo antes dos 16 anos. Portugal é para os portugueses e todos os que vêm para cá têm de seguir as nossas tradições e cultura, e têm de trabalhar e fazer descontos. Sou monárquico antes de ser do Chega. Não acredito na IV República que o partido defende, mas aceito.”
Sónia Vieira de Carvalho, 51 anos, empresária, presidente da concelhia da Póvoa de Varzim. “Sou do Chega porque pela primeira vez consegui ouvir alguém, André Ventura, com que me identifico.”
Sónia Vieira de Carvalho, 51 anos, empresária, presidente da concelhia da Póvoa de Varzim. “Sou do Chega porque pela primeira vez consegui ouvir alguém, André Ventura, com que me identifico.”
Maria Vieira, 64 anos, atriz. “Durante 40 anos estive rodeada de gente hipócrita, traiçoeira e mentirosa. Agora sou feliz. Agora estou com a minha gente. Quando me comecei a aperceber das declarações do André Ventura e quando percebi que havia um homem que tinha a força que ele tem e os ideais que eu tinha, só me podia ter ligado ao Chega.”
Maria Vieira, 64 anos, atriz. “Durante 40 anos estive rodeada de gente hipócrita, traiçoeira e mentirosa. Agora sou feliz. Agora estou com a minha gente. Quando me comecei a aperceber das declarações do André Ventura e quando percebi que havia um homem que tinha a força que ele tem e os ideais que eu tinha, só me podia ter ligado ao Chega.”
João Mascarenhas de Melo, 72 anos, empresário, ex-piloto. “Sou do Chega porque tenho sido um escravo do regime fiscal. Todos os meus sacrifícios estão agora absorvidos por uma máfia política que nos atrofia e tira as perspetivas de vida dos meus 4 filhos e 8 netos.”
João Mascarenhas de Melo, 72 anos, empresário, ex-piloto. “Sou do Chega porque tenho sido um escravo do regime fiscal. Todos os meus sacrifícios estão agora absorvidos por uma máfia política que nos atrofia e tira as perspetivas de vida dos meus 4 filhos e 8 netos.”
Filipe Melo, 39 anos, empresário, presidente da distrital de Braga. “Sou do Chega porque me revejo na ideologia do partido e nas ideias do presidente. Defendo que o lugar dos bandidos é na cadeia e o de pessoas de bem é cá fora.”
Filipe Melo, 39 anos, empresário, presidente da distrital de Braga. “Sou do Chega porque me revejo na ideologia do partido e nas ideias do presidente. Defendo que o lugar dos bandidos é na cadeia e o de pessoas de bem é cá fora.”
Maria Inês Pereira, 26 anos, estudante de direito, vice-presidente da concelhia do Barreiro. “Sou do Chega porque sou contra o politicamente correto de outros partidos, como o PS e o PSD, que têm ideias convergentes em quase tudo, e porque estou preocupada com alguns problemas, especificamente o desemprego nos jovens.”
Maria Inês Pereira, 26 anos, estudante de direito, vice-presidente da concelhia do Barreiro. “Sou do Chega porque sou contra o politicamente correto de outros partidos, como o PS e o PSD, que têm ideias convergentes em quase tudo, e porque estou preocupada com alguns problemas, especificamente o desemprego nos jovens.”
Henrique Gil, 45 anos, empresário da construção civil. “Sou do Chega porque é a única força política que pode mudar Portugal, romper com a anormalidade da subsidiodependência de um Estado falido que entende por bem pagar a quem não trabalha. Não tenho entusiasmo pelo 25 de abril, mas respeito a democracia que o 25 de abril trouxe.”
Henrique Gil, 45 anos, empresário da construção civil. “Sou do Chega porque é a única força política que pode mudar Portugal, romper com a anormalidade da subsidiodependência de um Estado falido que entende por bem pagar a quem não trabalha. Não tenho entusiasmo pelo 25 de abril, mas respeito a democracia que o 25 de abril trouxe.”
António Rodrigues Candomba, 32 anos, licenciado em Direito, “trabalho numa firma de têxteis no Porto”, presidente da comissão política de Paredes. 'Não sou português [angolano], mas casei com uma portuguesa e sou um patriota. Estando em Portugal, vivendo os direitos e os deveres como português, tenho que fazer por merecer por viver aqui. Quando André Ventura mandou Joacine Katar Moreira para a terra dela estava a exercer o direito dele de patriota. Ele sentiu o povo português a ser beliscado de uma forma cultural. Nunca me mandaram para a minha terra porque eu não cuspo no prato onde comi”.
António Rodrigues Candomba, 32 anos, licenciado em Direito, “trabalho numa firma de têxteis no Porto”, presidente da comissão política de Paredes. 'Não sou português [angolano], mas casei com uma portuguesa e sou um patriota. Estando em Portugal, vivendo os direitos e os deveres como português, tenho que fazer por merecer por viver aqui. Quando André Ventura mandou Joacine Katar Moreira para a terra dela estava a exercer o direito dele de patriota. Ele sentiu o povo português a ser beliscado de uma forma cultural. Nunca me mandaram para a minha terra porque eu não cuspo no prato onde comi”.
Elsa Abreu, 64 anos, professora aposentada, Viana do Castelo. “Sou do Chega porque corresponde aos meus anseios e necessidades sociais e políticas. Não há valores. Os jovens não respeitam ninguém. A justiça está a maior bandalheira. O André [Ventura] diz o que eu anseio.”
Elsa Abreu, 64 anos, professora aposentada, Viana do Castelo. “Sou do Chega porque corresponde aos meus anseios e necessidades sociais e políticas. Não há valores. Os jovens não respeitam ninguém. A justiça está a maior bandalheira. O André [Ventura] diz o que eu anseio.”
Pedro Soares, 45 anos, jurista e motorista de pesados. “Sou do Chega por causa dos valores: conservador, cristão e de direita. Não concordo com tudo o que André Ventura diz. Por exemplo, sou a favor da pena de morte para violadores de crianças.”
Pedro Soares, 45 anos, jurista e motorista de pesados. “Sou do Chega por causa dos valores: conservador, cristão e de direita. Não concordo com tudo o que André Ventura diz. Por exemplo, sou a favor da pena de morte para violadores de crianças.”
Luís Alves, 55 anos, empresário de animação turístico. “Sou do Chega porque me faz levantar do sofá na defesa de um Portugal melhor para os meus filhos. Luto pela laicização do partido e tenho a certeza de que há infiltrados da Opus Dei.”
Luís Alves, 55 anos, empresário de animação turístico. “Sou do Chega porque me faz levantar do sofá na defesa de um Portugal melhor para os meus filhos. Luto pela laicização do partido e tenho a certeza de que há infiltrados da Opus Dei.”
Ana Pessoa Ferreira, 35 anos, empresária na área da estética. “Sou do Chega porque é nacionalista e combate a corrupção e a criminalidade.”
Ana Pessoa Ferreira, 35 anos, empresária na área da estética. “Sou do Chega porque é nacionalista e combate a corrupção e a criminalidade.”
Hugo Morgado, 39 anos, advogado. “Sou do Chega porque é preciso mudar e só o Chega pode fazê-lo. Sou um militante com sentido crítico. Não concordo com a pena de morte.”
Luna Silva, 31 anos, advogada, Albufeira, “pertenço ao Conselho de Jurisdição de Faro.” Sou do Chega porque o Chega é mudança. Os criminosos saem sempre impunes e o Chega tem como objetivo reformular o sistema judicial.”
Luna Silva, 31 anos, advogada, Albufeira, “pertenço ao Conselho de Jurisdição de Faro.” Sou do Chega porque o Chega é mudança. Os criminosos saem sempre impunes e o Chega tem como objetivo reformular o sistema judicial.”
Carlos Natal, 52 anos, empregado da restauração, Portimão. Candidato à câmara de Portimão. 'Sou do Chega porque sou de direita. O Chega é diferente. A esquerda quer perpetuar a pobreza porque essa é a sua base de apoio.”
Carlos Natal, 52 anos, empregado da restauração, Portimão. Candidato à câmara de Portimão. 'Sou do Chega porque sou de direita. O Chega é diferente. A esquerda quer perpetuar a pobreza porque essa é a sua base de apoio.”
Cláudia Gonçalves, 43 anos, socióloga, Loulé. “Sou do Chega porque é uma forma de mudar. Acho que está tudo mal em termos de políticas sociais.”
Cláudia Gonçalves, 43 anos, socióloga, Loulé. “Sou do Chega porque é uma forma de mudar. Acho que está tudo mal em termos de políticas sociais.”
Carminda Campos, 48 anos, auxiliar de ação educativa. “Sou do Chega porque me identifico muito com André Ventura. O país está muito mal em termos de saúde e educação.”
Carminda Campos, 48 anos, auxiliar de ação educativa. “Sou do Chega porque me identifico muito com André Ventura. O país está muito mal em termos de saúde e educação.”
Agostinho Mota, 50 anos, professor de físico-química (Secundário). “Revejo-me nas ideias do partido: moralidade, educação e cultura portuguesa, respeito pelos mais velhos, por Portugal e pelos seus valores.”
Agostinho Mota, 50 anos, professor de físico-química (Secundário). “Revejo-me nas ideias do partido: moralidade, educação e cultura portuguesa, respeito pelos mais velhos, por Portugal e pelos seus valores.”
Patrícia Leão, 35 anos, estudante de contabilidade. “Sou do Chega porque me identifico com as ideologias do Chega.”
Carlos Bento, 65 anos, empresário. “Sou do Chega porque me identifico com os princípios do partido. Depois de muitos anos, só agora me consigo manifestar por um partido.”
Carlos Bento, 65 anos, empresário. “Sou do Chega porque me identifico com os princípios do partido. Depois de muitos anos, só agora me consigo manifestar por um partido.”
Hélder Pereira, 53 anos, empresário em nome individual. “Identifico-me com o André Ventura no seu combate à corrupção. Não acho que haja racismo em Portugal. Isso é a arma dos fracos.”
Gabriel Farinha, 45 anos, psicoterapeuta, presidente da concelhia de Câmara de Lobos. “Sou do Chega porque me identifico com as suas políticas gerais para o país.”
Gabriel Farinha, 45 anos, psicoterapeuta, presidente da concelhia de Câmara de Lobos. “Sou do Chega porque me identifico com as suas políticas gerais para o país.”
Carlos Medeiros, 55 anos, empresário. “Sou do Chega porque conseguiu chamar os bois pelos nomes. Estamos a ser ultrapassados por todos os países das Europa. Como é que um país que tem uma média de salários de 700 e tal euros consegue viver? É uma vergonha.”
Nuno Beirão, 63 anos, jurista, candidato à câmara municipal de Odivelas. “Sou do Chega por uma questão de valores e princípios e por ser um partido nacional, conservador e contra a corrupção e qualquer tipo de tirania.”
Nuno Beirão, 63 anos, jurista, candidato à câmara municipal de Odivelas. “Sou do Chega por uma questão de valores e princípios e por ser um partido nacional, conservador e contra a corrupção e qualquer tipo de tirania.”
Carlos Vila, 43 anos, técnico de higiene e segurança no trabalho. “Sou do chega porque me identifico com a maioria das suas ideias. Sou a favor da eutanásia e da castração química de pedófilos.”
Carlos Vila, 43 anos, técnico de higiene e segurança no trabalho. “Sou do chega porque me identifico com a maioria das suas ideias. Sou a favor da eutanásia e da castração química de pedófilos.”
Sara Vila, 35 anos, escriturária. “Sou do Chega porque nunca me identifiquei antes com outro partido.”
Sara Vila, 35 anos, escriturária. “Sou do Chega porque nunca me identifiquei antes com outro partido.”
Paulo Pimenta, 54 anos, administrador de condomínios. “Identifico-me com o objetivo do partido de acabar com esta social-dependência instalada. Vejo neste partido um futuro risonho para a minha filha de 3 anos.”
Paulo Pimenta, 54 anos, administrador de condomínios. “Identifico-me com o objetivo do partido de acabar com esta social-dependência instalada. Vejo neste partido um futuro risonho para a minha filha de 3 anos.”
José Diego, 55 anos, vendedor para hotelaria. “Identifico-me com o Chega nas políticas contra violadores. Sou a favor de mais tempo de cadeia para violadores de crianças, incluindo prisão perpétua.”
Cristina Figueiredo, 51 anos, enfermeira. “Identifico-me com os valores do partido de transparência, honestidade e meritocracia. Acredito que o Chega vai marcar a diferença.”
Cristina Figueiredo, 51 anos, enfermeira. “Identifico-me com os valores do partido de transparência, honestidade e meritocracia. Acredito que o Chega vai marcar a diferença.”
Manuel Matias, 53 anos, assessor político de André Ventura. “Sou do Chega porque o partido pretende acabar com o socialismo e o marxismo.”
Manuel Matias, 53 anos, assessor político de André Ventura. “Sou do Chega porque o partido pretende acabar com o socialismo e o marxismo.”
Jorge Maia, 51 anos, operador de cais na administração do porto de Sines. “Identifico-me com o André Ventura. Não posso estar de acordo com o que se passou nos últimos 46 anos, especialmente no campo da corrupção. Não vamos lá com falinhas mansas.”
Jorge Maia, 51 anos, operador de cais na administração do porto de Sines. “Identifico-me com o André Ventura. Não posso estar de acordo com o que se passou nos últimos 46 anos, especialmente no campo da corrupção. Não vamos lá com falinhas mansas.”
Nuno Carvalho, 22 anos, estudante de Negócios Internacionais. “Sou do Chega porque é preciso haver mudanças. Acredito no projeto.”
Nuno Carvalho, 22 anos, estudante de Negócios Internacionais. “Sou do Chega porque é preciso haver mudanças. Acredito no projeto.”
Amélia Soares, 55 anos, professora de economia, Viseu. “Identifiquei-me logo com o André Ventura quando o vi. Já o apoio desde a coligação Basta. Sou contra a corrupção, o compadrio, o nepotismo, a vergonha do sistema em que vivemos, e que está minado.”
Amélia Soares, 55 anos, professora de economia, Viseu. “Identifiquei-me logo com o André Ventura quando o vi. Já o apoio desde a coligação Basta. Sou contra a corrupção, o compadrio, o nepotismo, a vergonha do sistema em que vivemos, e que está minado.”
Jorge Neves, 44 anos, gerente comercial. “Identifico-me com a ideologia e a política liberal do Chega. Sou contra o compadrio e o nepotismo. Isso não há no Chega.”
Jorge Neves, 44 anos, gerente comercial. “Identifico-me com a ideologia e a política liberal do Chega. Sou contra o compadrio e o nepotismo. Isso não há no Chega.”
Manuel Alves, 67 anos, industrial. “Estou no Chega para mudar toda a situação. Tenho empresas em Portugal e em Espanha e os meus empregados espanhóis são mais bem pagos porque em Portugal o Estado asfixia as empresas com impostos. Alguma coisa tem de mudar.”
Manuel Alves, 67 anos, industrial. “Estou no Chega para mudar toda a situação. Tenho empresas em Portugal e em Espanha e os meus empregados espanhóis são mais bem pagos porque em Portugal o Estado asfixia as empresas com impostos. Alguma coisa tem de mudar.”
Melo Diogo, mais conhecido por “Montana”, ou “El Patron”, 54 anos, empresário da noite, segurança e restauração, Tavira. “Sou do Chega desde 2019 porque me identifico com a ideologia do partido.”
Melo Diogo, mais conhecido por “Montana”, ou “El Patron”, 54 anos, empresário da noite, segurança e restauração, Tavira. “Sou do Chega desde 2019 porque me identifico com a ideologia do partido.”
Fernando Rocha, 58 anos, autor. “Sou do Chega desde que me comecei a aperceber que André Ventura tinha tudo a ver com o que eu pensava. Essa história de ser eu a escrever os posts da minha mulher [atriz Maria Vieira] começou com um boato do Herman José, com quem não falamos há 10 anos e de quem também sabemos muitas coisas. Eu e a Maria somos um casal, pensamos da mesma forma, e é natural que quando a Maria está a escrever no Facebook me chame para perguntar o que deve ficar melhor aqui ou ali.”
Fernando Rocha, 58 anos, autor. “Sou do Chega desde que me comecei a aperceber que André Ventura tinha tudo a ver com o que eu pensava. Essa história de ser eu a escrever os posts da minha mulher [atriz Maria Vieira] começou com um boato do Herman José, com quem não falamos há 10 anos e de quem também sabemos muitas coisas. Eu e a Maria somos um casal, pensamos da mesma forma, e é natural que quando a Maria está a escrever no Facebook me chame para perguntar o que deve ficar melhor aqui ou ali.”
Ana Bernardino, 44 anos, encarregada de armazém de restaurante. “Sou do Chega pelos ideais. Concordo com a castração química de pedófilos. Pessoalmente, e porque eu conheço casos, sou a favor da castração física.”
Ana Bernardino, 44 anos, encarregada de armazém de restaurante. “Sou do Chega pelos ideais. Concordo com a castração química de pedófilos. Pessoalmente, e porque eu conheço casos, sou a favor da castração física.”
António Figueiredo, 64 anos, médico anti-aging e anti-obesidade (Clínica da Longevidade Figueiredo Luz), Faro. “Sou do Chega porque finalmente ouvi uma pessoa, André Ventura, a dizer as coisas que eu pensava contra a corrupção e a imigração ilegal.”
António Figueiredo, 64 anos, médico anti-aging e anti-obesidade (Clínica da Longevidade Figueiredo Luz), Faro. “Sou do Chega porque finalmente ouvi uma pessoa, André Ventura, a dizer as coisas que eu pensava contra a corrupção e a imigração ilegal.”
Germano Miranda, 70 anos, reformado dos CTT. “Sou do Chega há um ano e meio, e porque o PS e o PSD fizeram com que o país deixasse de acreditar neles.”
Germano Miranda, 70 anos, reformado dos CTT. “Sou do Chega há um ano e meio, e porque o PS e o PSD fizeram com que o país deixasse de acreditar neles.”
Carlos Carrasco, 58 anos, reformado, vice-presidente da distrital de Setúbal. “Não sou de extrema direita. Sou monárquico tradicionalista nacionalista patriota. Quero que as crianças sejam crianças e que não lhes ensinem que podem ter outro sexo antes dos 16 anos. Portugal é para os portugueses e todos os que vêm para cá têm de seguir as nossas tradições e cultura, e têm de trabalhar e fazer descontos. Sou monárquico antes de ser do Chega. Não acredito na IV República que o partido defende, mas aceito.”
Carlos Carrasco, 58 anos, reformado, vice-presidente da distrital de Setúbal. “Não sou de extrema direita. Sou monárquico tradicionalista nacionalista patriota. Quero que as crianças sejam crianças e que não lhes ensinem que podem ter outro sexo antes dos 16 anos. Portugal é para os portugueses e todos os que vêm para cá têm de seguir as nossas tradições e cultura, e têm de trabalhar e fazer descontos. Sou monárquico antes de ser do Chega. Não acredito na IV República que o partido defende, mas aceito.”
Sónia Vieira de Carvalho, 51 anos, empresária, presidente da concelhia da Póvoa de Varzim. “Sou do Chega porque pela primeira vez consegui ouvir alguém, André Ventura, com que me identifico.”
Sónia Vieira de Carvalho, 51 anos, empresária, presidente da concelhia da Póvoa de Varzim. “Sou do Chega porque pela primeira vez consegui ouvir alguém, André Ventura, com que me identifico.”
Maria Vieira, 64 anos, atriz. “Durante 40 anos estive rodeada de gente hipócrita, traiçoeira e mentirosa. Agora sou feliz. Agora estou com a minha gente. Quando me comecei a aperceber das declarações do André Ventura e quando percebi que havia um homem que tinha a força que ele tem e os ideais que eu tinha, só me podia ter ligado ao Chega.”
Maria Vieira, 64 anos, atriz. “Durante 40 anos estive rodeada de gente hipócrita, traiçoeira e mentirosa. Agora sou feliz. Agora estou com a minha gente. Quando me comecei a aperceber das declarações do André Ventura e quando percebi que havia um homem que tinha a força que ele tem e os ideais que eu tinha, só me podia ter ligado ao Chega.”
João Mascarenhas de Melo, 72 anos, empresário, ex-piloto. “Sou do Chega porque tenho sido um escravo do regime fiscal. Todos os meus sacrifícios estão agora absorvidos por uma máfia política que nos atrofia e tira as perspetivas de vida dos meus 4 filhos e 8 netos.”
João Mascarenhas de Melo, 72 anos, empresário, ex-piloto. “Sou do Chega porque tenho sido um escravo do regime fiscal. Todos os meus sacrifícios estão agora absorvidos por uma máfia política que nos atrofia e tira as perspetivas de vida dos meus 4 filhos e 8 netos.”
Filipe Melo, 39 anos, empresário, presidente da distrital de Braga. “Sou do Chega porque me revejo na ideologia do partido e nas ideias do presidente. Defendo que o lugar dos bandidos é na cadeia e o de pessoas de bem é cá fora.”
Filipe Melo, 39 anos, empresário, presidente da distrital de Braga. “Sou do Chega porque me revejo na ideologia do partido e nas ideias do presidente. Defendo que o lugar dos bandidos é na cadeia e o de pessoas de bem é cá fora.”
Maria Inês Pereira, 26 anos, estudante de direito, vice-presidente da concelhia do Barreiro. “Sou do Chega porque sou contra o politicamente correto de outros partidos, como o PS e o PSD, que têm ideias convergentes em quase tudo, e porque estou preocupada com alguns problemas, especificamente o desemprego nos jovens.”
Maria Inês Pereira, 26 anos, estudante de direito, vice-presidente da concelhia do Barreiro. “Sou do Chega porque sou contra o politicamente correto de outros partidos, como o PS e o PSD, que têm ideias convergentes em quase tudo, e porque estou preocupada com alguns problemas, especificamente o desemprego nos jovens.”
Henrique Gil, 45 anos, empresário da construção civil. “Sou do Chega porque é a única força política que pode mudar Portugal, romper com a anormalidade da subsidiodependência de um Estado falido que entende por bem pagar a quem não trabalha. Não tenho entusiasmo pelo 25 de abril, mas respeito a democracia que o 25 de abril trouxe.”
Henrique Gil, 45 anos, empresário da construção civil. “Sou do Chega porque é a única força política que pode mudar Portugal, romper com a anormalidade da subsidiodependência de um Estado falido que entende por bem pagar a quem não trabalha. Não tenho entusiasmo pelo 25 de abril, mas respeito a democracia que o 25 de abril trouxe.”
António Rodrigues Candomba, 32 anos, licenciado em Direito, “trabalho numa firma de têxteis no Porto”, presidente da comissão política de Paredes. 'Não sou português [angolano], mas casei com uma portuguesa e sou um patriota. Estando em Portugal, vivendo os direitos e os deveres como português, tenho que fazer por merecer por viver aqui. Quando André Ventura mandou Joacine Katar Moreira para a terra dela estava a exercer o direito dele de patriota. Ele sentiu o povo português a ser beliscado de uma forma cultural. Nunca me mandaram para a minha terra porque eu não cuspo no prato onde comi”.
António Rodrigues Candomba, 32 anos, licenciado em Direito, “trabalho numa firma de têxteis no Porto”, presidente da comissão política de Paredes. 'Não sou português [angolano], mas casei com uma portuguesa e sou um patriota. Estando em Portugal, vivendo os direitos e os deveres como português, tenho que fazer por merecer por viver aqui. Quando André Ventura mandou Joacine Katar Moreira para a terra dela estava a exercer o direito dele de patriota. Ele sentiu o povo português a ser beliscado de uma forma cultural. Nunca me mandaram para a minha terra porque eu não cuspo no prato onde comi”.
Elsa Abreu, 64 anos, professora aposentada, Viana do Castelo. “Sou do Chega porque corresponde aos meus anseios e necessidades sociais e políticas. Não há valores. Os jovens não respeitam ninguém. A justiça está a maior bandalheira. O André [Ventura] diz o que eu anseio.”
Elsa Abreu, 64 anos, professora aposentada, Viana do Castelo. “Sou do Chega porque corresponde aos meus anseios e necessidades sociais e políticas. Não há valores. Os jovens não respeitam ninguém. A justiça está a maior bandalheira. O André [Ventura] diz o que eu anseio.”
Pedro Soares, 45 anos, jurista e motorista de pesados. “Sou do Chega por causa dos valores: conservador, cristão e de direita. Não concordo com tudo o que André Ventura diz. Por exemplo, sou a favor da pena de morte para violadores de crianças.”
Pedro Soares, 45 anos, jurista e motorista de pesados. “Sou do Chega por causa dos valores: conservador, cristão e de direita. Não concordo com tudo o que André Ventura diz. Por exemplo, sou a favor da pena de morte para violadores de crianças.”
Luís Alves, 55 anos, empresário de animação turístico. “Sou do Chega porque me faz levantar do sofá na defesa de um Portugal melhor para os meus filhos. Luto pela laicização do partido e tenho a certeza de que há infiltrados da Opus Dei.”
Luís Alves, 55 anos, empresário de animação turístico. “Sou do Chega porque me faz levantar do sofá na defesa de um Portugal melhor para os meus filhos. Luto pela laicização do partido e tenho a certeza de que há infiltrados da Opus Dei.”
Ana Pessoa Ferreira, 35 anos, empresária na área da estética. “Sou do Chega porque é nacionalista e combate a corrupção e a criminalidade.”
Ana Pessoa Ferreira, 35 anos, empresária na área da estética. “Sou do Chega porque é nacionalista e combate a corrupção e a criminalidade.”
Hugo Morgado, 39 anos, advogado. “Sou do Chega porque é preciso mudar e só o Chega pode fazê-lo. Sou um militante com sentido crítico. Não concordo com a pena de morte.”
Luna Silva, 31 anos, advogada, Albufeira, “pertenço ao Conselho de Jurisdição de Faro.” Sou do Chega porque o Chega é mudança. Os criminosos saem sempre impunes e o Chega tem como objetivo reformular o sistema judicial.”
Luna Silva, 31 anos, advogada, Albufeira, “pertenço ao Conselho de Jurisdição de Faro.” Sou do Chega porque o Chega é mudança. Os criminosos saem sempre impunes e o Chega tem como objetivo reformular o sistema judicial.”
Carlos Natal, 52 anos, empregado da restauração, Portimão. Candidato à câmara de Portimão. 'Sou do Chega porque sou de direita. O Chega é diferente. A esquerda quer perpetuar a pobreza porque essa é a sua base de apoio.”
Carlos Natal, 52 anos, empregado da restauração, Portimão. Candidato à câmara de Portimão. 'Sou do Chega porque sou de direita. O Chega é diferente. A esquerda quer perpetuar a pobreza porque essa é a sua base de apoio.”
Cláudia Gonçalves, 43 anos, socióloga, Loulé. “Sou do Chega porque é uma forma de mudar. Acho que está tudo mal em termos de políticas sociais.”
Cláudia Gonçalves, 43 anos, socióloga, Loulé. “Sou do Chega porque é uma forma de mudar. Acho que está tudo mal em termos de políticas sociais.”
Carminda Campos, 48 anos, auxiliar de ação educativa. “Sou do Chega porque me identifico muito com André Ventura. O país está muito mal em termos de saúde e educação.”
Carminda Campos, 48 anos, auxiliar de ação educativa. “Sou do Chega porque me identifico muito com André Ventura. O país está muito mal em termos de saúde e educação.”
Agostinho Mota, 50 anos, professor de físico-química (Secundário). “Revejo-me nas ideias do partido: moralidade, educação e cultura portuguesa, respeito pelos mais velhos, por Portugal e pelos seus valores.”
Agostinho Mota, 50 anos, professor de físico-química (Secundário). “Revejo-me nas ideias do partido: moralidade, educação e cultura portuguesa, respeito pelos mais velhos, por Portugal e pelos seus valores.”
Patrícia Leão, 35 anos, estudante de contabilidade. “Sou do Chega porque me identifico com as ideologias do Chega.”
Carlos Bento, 65 anos, empresário. “Sou do Chega porque me identifico com os princípios do partido. Depois de muitos anos, só agora me consigo manifestar por um partido.”
Carlos Bento, 65 anos, empresário. “Sou do Chega porque me identifico com os princípios do partido. Depois de muitos anos, só agora me consigo manifestar por um partido.”
Hélder Pereira, 53 anos, empresário em nome individual. “Identifico-me com o André Ventura no seu combate à corrupção. Não acho que haja racismo em Portugal. Isso é a arma dos fracos.”
Gabriel Farinha, 45 anos, psicoterapeuta, presidente da concelhia de Câmara de Lobos. “Sou do Chega porque me identifico com as suas políticas gerais para o país.”
Gabriel Farinha, 45 anos, psicoterapeuta, presidente da concelhia de Câmara de Lobos. “Sou do Chega porque me identifico com as suas políticas gerais para o país.”
Carlos Medeiros, 55 anos, empresário. “Sou do Chega porque conseguiu chamar os bois pelos nomes. Estamos a ser ultrapassados por todos os países das Europa. Como é que um país que tem uma média de salários de 700 e tal euros consegue viver? É uma vergonha.”
Nuno Beirão, 63 anos, jurista, candidato à câmara municipal de Odivelas. “Sou do Chega por uma questão de valores e princípios e por ser um partido nacional, conservador e contra a corrupção e qualquer tipo de tirania.”
Nuno Beirão, 63 anos, jurista, candidato à câmara municipal de Odivelas. “Sou do Chega por uma questão de valores e princípios e por ser um partido nacional, conservador e contra a corrupção e qualquer tipo de tirania.”
Carlos Vila, 43 anos, técnico de higiene e segurança no trabalho. “Sou do chega porque me identifico com a maioria das suas ideias. Sou a favor da eutanásia e da castração química de pedófilos.”
Carlos Vila, 43 anos, técnico de higiene e segurança no trabalho. “Sou do chega porque me identifico com a maioria das suas ideias. Sou a favor da eutanásia e da castração química de pedófilos.”
Sara Vila, 35 anos, escriturária. “Sou do Chega porque nunca me identifiquei antes com outro partido.”
Sara Vila, 35 anos, escriturária. “Sou do Chega porque nunca me identifiquei antes com outro partido.”
Paulo Pimenta, 54 anos, administrador de condomínios. “Identifico-me com o objetivo do partido de acabar com esta social-dependência instalada. Vejo neste partido um futuro risonho para a minha filha de 3 anos.”
Paulo Pimenta, 54 anos, administrador de condomínios. “Identifico-me com o objetivo do partido de acabar com esta social-dependência instalada. Vejo neste partido um futuro risonho para a minha filha de 3 anos.”
José Diego, 55 anos, vendedor para hotelaria. “Identifico-me com o Chega nas políticas contra violadores. Sou a favor de mais tempo de cadeia para violadores de crianças, incluindo prisão perpétua.”
Cristina Figueiredo, 51 anos, enfermeira. “Identifico-me com os valores do partido de transparência, honestidade e meritocracia. Acredito que o Chega vai marcar a diferença.”
Cristina Figueiredo, 51 anos, enfermeira. “Identifico-me com os valores do partido de transparência, honestidade e meritocracia. Acredito que o Chega vai marcar a diferença.”
Manuel Matias, 53 anos, assessor político de André Ventura. “Sou do Chega porque o partido pretende acabar com o socialismo e o marxismo.”
Manuel Matias, 53 anos, assessor político de André Ventura. “Sou do Chega porque o partido pretende acabar com o socialismo e o marxismo.”
Jorge Maia, 51 anos, operador de cais na administração do porto de Sines. “Identifico-me com o André Ventura. Não posso estar de acordo com o que se passou nos últimos 46 anos, especialmente no campo da corrupção. Não vamos lá com falinhas mansas.”
Jorge Maia, 51 anos, operador de cais na administração do porto de Sines. “Identifico-me com o André Ventura. Não posso estar de acordo com o que se passou nos últimos 46 anos, especialmente no campo da corrupção. Não vamos lá com falinhas mansas.”
Nuno Carvalho, 22 anos, estudante de Negócios Internacionais. “Sou do Chega porque é preciso haver mudanças. Acredito no projeto.”
Nuno Carvalho, 22 anos, estudante de Negócios Internacionais. “Sou do Chega porque é preciso haver mudanças. Acredito no projeto.”
Amélia Soares, 55 anos, professora de economia, Viseu. “Identifiquei-me logo com o André Ventura quando o vi. Já o apoio desde a coligação Basta. Sou contra a corrupção, o compadrio, o nepotismo, a vergonha do sistema em que vivemos, e que está minado.”
Amélia Soares, 55 anos, professora de economia, Viseu. “Identifiquei-me logo com o André Ventura quando o vi. Já o apoio desde a coligação Basta. Sou contra a corrupção, o compadrio, o nepotismo, a vergonha do sistema em que vivemos, e que está minado.”
Jorge Neves, 44 anos, gerente comercial. “Identifico-me com a ideologia e a política liberal do Chega. Sou contra o compadrio e o nepotismo. Isso não há no Chega.”
Jorge Neves, 44 anos, gerente comercial. “Identifico-me com a ideologia e a política liberal do Chega. Sou contra o compadrio e o nepotismo. Isso não há no Chega.”
Manuel Alves, 67 anos, industrial. “Estou no Chega para mudar toda a situação. Tenho empresas em Portugal e em Espanha e os meus empregados espanhóis são mais bem pagos porque em Portugal o Estado asfixia as empresas com impostos. Alguma coisa tem de mudar.”
Manuel Alves, 67 anos, industrial. “Estou no Chega para mudar toda a situação. Tenho empresas em Portugal e em Espanha e os meus empregados espanhóis são mais bem pagos porque em Portugal o Estado asfixia as empresas com impostos. Alguma coisa tem de mudar.”
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