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Assim que ouviu a sentença, Amanda Knox começou a chorar e quase desmaiou. Ao fim de quatro anos de cadeia, a estudante norte-americana acusada e condenada a 26 anos de prisão por ter degolado a amiga e companheira de casa em 2007, foi absolvida. Ao fim de 11 horas de deliberação, os oito membros do júri do tribunal italiano decidiram que não podiam confiar nas provas de ADN que a acusação tinha apresentado no primeiro julgamento para condenar Amanda Knox e o seu ex-namorado, Raffaele Sollecito e absolveram os arguidos por provas insuficientes.