A manteiga Milhafre foi o primeiro e único produto da marca de lacticínios, que nasceu na Ilha Terceira, durante os anos iniciais. Mas atualmente, o portefólio Milhafre é composto por uma gama mais completa, com o Queijo Curado São Luiz em Barra, as fatias cremosas Açorianas – também com -50% de Gordura –, o Queijo da Ilha Terceira e o Queijo da Ilha Graciosa, com
diferentes tempos de cura, que lhe garantem um sabor singular e pronunciado,
que conquistou os júris em vários momentos, como no concurso nacional de
queijos da ANIL, em 2021, ou no internacional World Cheese Awards. Refira-se
ainda os Leites de Pastagem Milhafre dos Açores, com opção de produção
biológica, meio-gordo e magro.
São produtos
de outra natureza, que se destacam pelo seu sabor e autenticidade. Nascem da
biodiversidade dos Açores e do compromisso da marca em manter a coexistência
equilibrada entre o ambiente, os animais e as pessoas. Porque quando se tira
menos da natureza é quando ela oferece mais.
Preservar
o arquipélago
A missão da
Milhafre passa por preservar. “Essa é a essência da nossa missão”, salientam os
responsáveis da marca.
Primeiro,
preservar os Açores. A sua biodiversidade, os seus ecossistemas, as suas gentes
e as suas tradições. Porque sabem que a Milhafre existe apenas porque sabe
coexistir com a natureza. “Assim, podemos preservar a qualidade dos nossos
produtos. Produzir queijos, leites e uma manteiga de outra natureza, de outra
categoria. Esse é o motivo pelo qual a Milhafre existe. Na verdade, coexiste.
Com a biodiversidade dos Açores”, acrescenta a marca.
“Criados
pelos Açores, feitos pela Milhafre”
A história
dos queijos Milhafre começa antes do momento em que o queijo é produzido. “Começa
nos Açores — na natureza das ilhas, nos seus pastos verdes, no clima atlântico,
na biodiversidade única e no conhecimento transmitido entre gerações. É desta
relação profunda entre território, tradição e saber local que nasce a
identidade da marca”, explicam-nos.
A Milhafre
afirma-se como uma marca ligada à origem açoriana, valorizando o que as ilhas
oferecem de forma natural e autêntica. Mais do que produzir queijo, a marca
procura preservar e traduzir o património cultural e natural dos Açores em
sabores genuínos, reconhecíveis e ligados ao território. É desta visão que
nasce o conceito de comunicação dos queijos milhafre: “Criados pelos Açores,
feitos pela Milhafre.”
Para a
Milhafre, os seus queijos são mais do que produtos lácteos: são a expressão de
um ecossistema único. A qualidade dos pastos, a influência do oceano, o
ambiente puro e a tradição açoriana refletem-se no sabor e na autenticidade. A
marca defende uma origem coletiva, onde natureza, biodiversidade e saber
ancestral se unem. Mais do que assinatura, esta visão revela que o valor nasce
na terra, no clima, nas pessoas e na história das ilhas, cuja riqueza
ambiental, cultural e geográfica confere aos queijos características únicas
reconhecidas por consumidores e especialistas.
O queijo da ilha Graciosa foi distinguido em concursos nacionais e internacionais, como o ANIL em 2021 e o World Cheese Awards.