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Uma história de outra natureza

Desde que foi criada, em 1953, a Milhafre descobriu a importância de conviver com a biodiversidade dos Açores. Porque é assim que a natureza oferece o seu melhor.

Gama Milhafre
03 junho 2026 11:17

A manteiga Milhafre foi o primeiro e único produto da marca de lacticínios, que nasceu na Ilha Terceira, durante os anos iniciais. Mas atualmente, o portefólio é composto por uma gama mais completa, com o Queijo Curado São Luiz em Barra, as fatias cremosas Açorianas – também com -50% de Gordura –, o Queijo da Ilha Terceira e o Queijo da Ilha Graciosa, com diferentes tempos de cura, que lhe garantem um sabor singular e pronunciado, que conquistou os júris em vários momentos, como no concurso nacional de queijos da ANIL, em 2021, ou no internacional World Cheese Awards. Refira-se ainda os Leites de Pastagem Milhafre dos Açores, com opção de produção biológica, meio-gordo e magro.

São produtos de outra natureza, que se destacam pelo seu sabor e autenticidade. Nascem da biodiversidade dos Açores e do compromisso da marca em manter a coexistência equilibrada entre o ambiente, os animais e as pessoas. Porque quando se tira menos da natureza é quando ela oferece mais.

Preservar o arquipélago

A missão da Milhafre passa por preservar. “Essa é a essência da nossa missão”, salientam os responsáveis da marca.

Primeiro, preservar os Açores. A sua biodiversidade, os seus ecossistemas, as suas gentes e as suas tradições. Porque sabem que a Milhafre existe apenas porque sabe coexistir com a natureza. “Assim, podemos preservar a qualidade dos nossos produtos. Produzir queijos, leites e uma manteiga de outra natureza, de outra categoria. Esse é o motivo pelo qual a Milhafre existe. Na verdade, coexiste. Com a biodiversidade dos Açores”, acrescenta a marca.

É na Graciosa que é produzido um dos melhores queijos de cura prolongada de Portugal.
É na Graciosa que é produzido um dos melhores queijos de cura prolongada de Portugal

“Criados pelos Açores, feitos pela Milhafre”

A história dos queijos Milhafre começa antes do momento em que o queijo é produzido. “Começa nos Açores — na natureza das ilhas, nos seus pastos verdes, no clima atlântico, na biodiversidade única e no conhecimento transmitido entre gerações. É desta relação profunda entre território, tradição e saber local que nasce a identidade da marca”, explicam-nos.

A Milhafre afirma-se como uma marca ligada à origem açoriana, valorizando o que as ilhas oferecem de forma natural e autêntica. Mais do que produzir queijo, a marca procura preservar e traduzir o património cultural e natural dos Açores em sabores genuínos, reconhecíveis e ligados ao território. É desta visão que nasce o conceito de comunicação dos queijos milhafre: “Criados pelos Açores, feitos pela Milhafre.”

Para a Milhafre, os seus queijos são mais do que produtos lácteos: são a expressão de um ecossistema único. A qualidade dos pastos, a influência do oceano, o ambiente puro e a tradição açoriana refletem-se no sabor e na autenticidade. A marca defende uma origem coletiva, onde natureza, biodiversidade e saber ancestral se unem. Mais do que assinatura, esta visão revela que o valor nasce na terra, no clima, nas pessoas e na história das ilhas, cuja riqueza ambiental, cultural e geográfica confere aos queijos características únicas reconhecidas por consumidores e especialistas.

O queijo da ilha Graciosa foi distinguido em concursos nacionais e internacionais, como o ANIL em 2021 e o World Cheese Awards.