Travão na IES, a saída da CGD de Vale do Lobo e a compra de Avillez no Porto

Negócios 09 de janeiro de 2019

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Por Celso Filipe - Jornal de Negócios

Bom dia,

Os contabilistas pedirem e o Governo acedeu, acabando por protelar a prometida revolução nas regras da informação contabilística que as empresas devem entregar ao Fisco. As novas exigência da chamada IES, afinal, só se irão aplicar a partir de 2020. O Governo garante que este será o último adiamento.

Primeiro, veio a venda dos créditos. Depois, a alienação das ações. A CGD já não é dona de parte do empreendimento de Vale do Lobo. Mas é a principal titular do fundo que tem os créditos e as ações. Entretanto, o BCP, que era um dos bancos credores de Vale do Lobo, assinou um novo contrato de financiamento com várias sociedades do empreendimento turístico. Em causa estará o refinanciamento dos créditos anteriormente concedidos. O jornalista Diogo Cavaleiro faz o ponto da situação deste empreendimento, que também foi envolvido na Operação Marquês, da qual o antigo primeiro-ministro, José Sócrates, é o principal acusado.

O café Progresso, o mais antigo do Porto, inaugurado a 24 de setembro de 1899, fechou as suas portas no Natal. O estabelecimento foi comprado pelo grupo Cafeína, que é controlado pelo universo empresarial de José Avillez, o chef português com mais estrelas Michelin. Os planos passam pela reabertura do café este verão, o qual passará a ostentar o nome de Cafeína Downtown.

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