Sábado – Pense por si

Le Balon d’ Or ou o cinismo da exclusão de partes

15 de janeiro de 2013 às 19:02

Primeiro que tudo, porque admito o carácter dúbio do epíteto que escolhi: refiro-mo à atribuição da bola de ouro ao melhor treinador do ano. Nem sequer vou gastar linhas a contestar a entrega da homónima para o melhor jogador, embora seja por demais evidente que esta ficaria bem melhor nas mãos de Cristiano, com os brincos a condizer – à medida da sua ambição, também ela de ouro. Bom, uma mera perspectiva estética.

Por Miguel Resende Oliveira - Record

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