Ex-primeira-dama sul-coreana condenada a 20 meses de prisão por corrupção
A acusação tinha pedido 15 anos de prisão para Kim Keon-hee por corrupção e fraude.
A acusação tinha pedido 15 anos de prisão para Kim Keon-hee por corrupção e fraude.
A Coreia do Sul negou qualquer envolvimento do Governo ou do exército no sobrevoo do território norte-coreano, mas sugeriu que civis poderiam ter conduzido a operação.
A pena é bastante superior aos 15 anos solicitados pelo Ministério Público.
Devido à imposição da lei marcial em dezembro de 2024.
Cho Tae-yong é acusado de ter conhecimento prévio dos planos de Yoon de declarar a lei marcial e de não os ter comunicado ao parlamento.
O Ministério Público terá prejudicado os interesses militares do país ao ordenar o envio de 'drones' para a Coreia do Norte.
Os altifalantes, que eram utilizados para transmitir mensagens de propaganda contra o regime de Kim Jong-un e músicas de K-pop, estavam desativados desde junho.
Os procuradores encarregues de julgar o caso consideram que Yoon Suk Yeol não cumpriu os procedimentos necessários para declarar a lei marcial.
O juiz do tribunal distrital central de Seul Nam Se-jin emitiu o mandado - por receio que o ex-dirigente pudesse destruir provas -, colocando-o em detenção pela segunda vez, de acordo com a Yonhap.
Lee Jae-myung abandonou a escola para ajudar a família a trabalhar numa fábrica. Com um curso em Direito, entrou para a vida política em 2005. No ano passado foi surpreendido por um apoiante que o esfaqueou.
Em causa estão suspeitas de ter facilitado a contratação do genro numa companhia aérea.
O antigo presidente enfrenta a possibilidade de ser condenado a prisão perpétua ou mesmo a pena de morte pela breve imposição da lei marcial em dezembro.
Segundo o acórdão lido pelo Presidente interino do tribunal, Moon Hyung-bae, Yoon “não só declarou a lei marcial, como cometeu atos que violaram a Constituição e a lei, incluindo a mobilização de forças militares e policiais para impedir a Assembleia Nacional de exercer a sua autoridade”.
A Coreia do Sul terá agora de convocar eleições presidenciais antecipadas no prazo de 60 dias.
Han tinha sido suspenso pelos deputados em dezembro, após um curto período de transição inicial. Hoje, o Tribunal Constitucional pronunciou-se a seu favor.
Yoon Suk-yeol afirmou que "aprecia a coragem e a decisão do Tribunal Distrital Central de Seul de corrigir a ilegalidade", numa referência às questões relacionadas com a sua detenção.