Morreu o historiador e diretor da Biblioteca Nacional Diogo Ramada Curto
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
Os governos devem instituir burocracias de inovação, constelações de organizações públicas que criam, fazem, financiam, intermedeiam e regulam inovação, suportando a estabilidade ágil do Estado empreendedor.
Um conjunto de medicamentos e tratamentos revolucionários prometem acabar com os calores, as insónias, o mau humor e os efeitos na saúde mental associados à menopausa. Saiba ainda como prolongar a fertilidade e que alimentos deve comer e evitar.
Investigador, historiador e professor catedrático da FCSH-Nova, o novo diretor, nomeado em regime de substituição, tem 65 anos, licenciou-se em História e é doutorado em Sociologia Histórica
Cerimónias fúnebres irão decorrer a partir das 10h00 de quarta-feira, na Capela da Universidade de Coimbra, referiu ainda a UAlg.
Cerimónias académicas de homenagem ocorrem no dia 26, com início às 10h00.
Os diários de Richard Burton ainda não foram publicados, mas já estão a criar celeuma, já que nos seus textos íntimos, o actor britânico (1925-1984) não se coíbe de tecer os mais duros comentários sobre os seus contemporâneos. Entre outras preciosidades, escreve que a cantora lírica Maria Callas é "uma seca", que o actor Laurence Olivier é um "homenzinho pequeno de inteligência medíocre" e que Marlon Brando é um "peido obeso e autocomplacente".
Richard Burton achava-se um homem de sorte mas estava convencido de que com o seu talento poderia ter ido mais longe. Amou com paixão Elizabeth Taylor ? que considerava "mais bela do que pode sonhar a pornografia" ? e escreveu com honestidade sobre a luta que travava contra a balança e, sobretudo, contra a garrafa. De tudo isto e muito mais são feitos 'Os Diários de Richard Burton', que serão lançados em Outubro pela Yale University Press.