ONU espera que transição na Vanezuela facilite regresso de migrantes
Cerca de 6,9 milhões de venezuelanos abandonaram o país nos últimos anos.
Cerca de 6,9 milhões de venezuelanos abandonaram o país nos últimos anos.
Valor "inclui medidas para reconstruir melhor, garantir a resiliência e reduzir as condições de risco".
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Washington flexibilizou o regime de sanções aos setores do petróleo e da mineração, bem como ao sistema financeiro público.
O último balanço das autoridades venezuelanas dava conta de 1.430 mortos.
Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.
Imagens divulgadas pelo Ministério do Poder Popular para a Comunicação e Informação mostram a destruição no interior do edifício da televisão estatal Venezolana de Televisión (VTV) em Caracas, após os dois sismos que abalaram a Venezuela na quarta-feira à noite.
Rodríguez não deu detalhes sobre as empresas a que se referia, ou sobre as operações e calendário previsto, mas garantiu que o país vive um processo de captação de investimentos nacionais e estrangeiros.
A líder venezuelana agradeceu a Donald Trump, ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e a "todas as equipas que também estiveram envolvidas" no regresso da Venezuela à organização financeira.
Delcy Rodríguez defende a realização de uma "grande consulta nacional" para construir um novo sistema de justiça no país.
A declaração ocorre num contexto em que Caracas e Washington atravessam uma nova etapa das suas relações bilaterais, marcada pelo interesse de Trump no petróleo venezuelano.
A moeda oficial da Venezuela é o bolívar, mas o dólar norte-americano, e ocasionalmente o euro, são utilizados como referência para a fixação de preços de bens e serviços.
Delcy Rodríguez indicou que está a trabalhar num plano especial para a área da saúde.
Em Caracas, a agência noticiosa espanhola EFE reporta a existência, de manhã, de ruas vazias e longas filas de pessoas à porta dos poucos supermercados abertos.
Diosdado Cabello acusa os Estados Unidos da América de levarem a cabo um ataque "criminoso e terrorista".
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos destruíram uma área de atracagem utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de droga na Venezuela.