O temor e a aposta
A aposta na ocorrência ou não de uma pandemia funciona como um apaziguador da ansiedade provocada por acontecimentos fora de controlo e é também uma forma socialmente aceitável de reconhecer a real existência de risco.
A aposta na ocorrência ou não de uma pandemia funciona como um apaziguador da ansiedade provocada por acontecimentos fora de controlo e é também uma forma socialmente aceitável de reconhecer a real existência de risco.
Especialistas alertam que "a incapacidade para abordar as desigualdades fundamentais e as condições sociais desde a covid-19 deixou o mundo extremamente vulnerável e mal preparado para a próxima pandemia".
Um empresário agrícola que ofereceu a primeira guitarra a Amália Rodrigues, o militar inglês que perdeu o braço na II Guerra, o parente excêntrico que subia o Chiado de marcha atrás num Rolls-Royce e uma das famílias mais ricas do País. Estes são os descendentes de Arnaldo João.
Sangue, sémen e fezes transmitem micro-organismos, tal como as dentadas de humanos e animais e outras feridas que rompem a pele e que, desta forma, podem permitir que os micro-organismos disseminados invadam o corpo
Uma notícia destes dias foi secundarizada pela balbúrdia em prefácio de quase guerra em Los Angeles: “Robert Kennedy Jr. demite todos os especialistas de comité consultivo sobre vacinas”. Foi esta a notícia.
Os primeiros registos de infeções em seres humanos datam de 7000 a.C., no Egito e na Babilónia.
Quando se deslocou aos serviços de saúde, o utente já estava "numa fase final da doença, com risco controlado".
De acordo com dados da Direção-Geral da Saúde de dezembro do ano passado, registaram-se em Portugal três surtos da doença e duas mortes desde maio de 2022.
Especialistas alertam para a necessidade urgente de medidas preventivas contra o Vírus Sincicial Respiratório, ações que podem salvar vidas e evitar hospitalizações
Há uma nova variante da anteriormente conhecida varíola dos macacos a alarmar as autoridades de saúde. É mais infeciosa e perigosa mas a sua transmissão continua a ser muito mais difícil que a dos vírus respiratórios.
A Suécia é o único país europeu em que foi detetado um caso importado de mpox clade 1, a variante mais perigosa da doença.
O mais recente surto é causado pelo 'clade I', da África Central, que é diferente do que causou o surto em 2022, com vários casos na Europa, o 'clade II', da África Oriental, indica.
Apesar dos apelos à calma, vigilância e prevenção, é de temer uma vaga alarmista de que as autoridades da China, responsáveis pela ocultação da eclosão da epidemia de coronavírus em Wuhan, em Dezembro 2019, deram os primeiros sinais.
A DGS explica que "todos os casos reportados em Portugal são da clade I IIb do vírus monkeypox, não tendo sido identificado nenhum caso pela clade I".
Na quinta-feira, depois de ter sido registado na Suécia o primeiro caso de uma variante mais contagiosa e perigosa da doença, a OMS alertou para a possibilidade de serem detetados na Europa outros casos importados de mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos.
As províncias de Kivu Sul, Kivu Norte, Tshopo (leste), Équateur, Nord-Ubangi, Tshuapa, Mongala (norte) e Sankuru (centro) são as mais afetadas.