Quadro de referência do SNS prevê estagnação da cobertura de médicos de família até 2028
Estagnação fixa-se nos 85,3% até 2028.
Estagnação fixa-se nos 85,3% até 2028.
No Hospital Garcia de Orta, à mesma hora os doentes urgentes esperavam seis horas e 39 minutos, segundo o portal do SNS.
Bruno Pereira, da PSP, salientou que a polícia precisa de reformas estruturais e reorganização de funções para libertar efetivos para a prevenção criminal, afirmando: «a não ser que haja mudanças de fundo que permitam libertar polícias de funções ou sítios onde não têm que estar, amanhã não conseguiremos ter capacidade para fazer mais do que temos feito, que é reagir às urgências».
Recomenda a esses especialistas que avancem com declarações de escusa de responsabilidade.
Alegando falta de condições na urgência para prestar cuidados de saúde seguros e adequados aos utentes.
Com doentes urgentes a chegarem a esperar, em média, cerca de nove horas.
O ano de 2024 foi mau. Em 2025, um descalabro. Este ano, está “razoável” e até deixou de ser assunto: há bola verde no atendimento. Várias mexidas explicam a mudança.
No sábado, os tempos de espera nas urgências de Faro e Portimão divulgados pelo Portal do SNS, estavam errados por problemas do sistema informático.
Segundo os dados disponíveis no portal pelas 08h45, nas urgências do Hospital Nossa Senhora do Rosário (Barreiro), os doentes estavam em média mais de 11 horas para primeira observação.
Há obras de arte escondidas nos três hospitais da ULS São José, em Lisboa. Longe das urgências, consultas ou internamentos, promovem-se visitas para dar a conhecer antigos conventos, azulejos e até se contam histórias de fantasmas.
A condutora terá aparentemente confundido o travão com o acelerador e o carro entrou no terraço do café.
Volume de procura só encontra paralelo durante a pandemia.
A Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental (ULSLO) reagiu em comunicado às declarações desta manhã do Bastonário da Ordem dos Médicos.
Doentes têm de esperar em ambulâncias, sujeitos a elevadas temperaturas.
Sindicato denunciou que "a falta de pessoal do quadro" no SNS e a dependência de prestadores de serviço estão a ter efeitos, sobretudo, na Cirurgia e na Obstetrícia.
Segundo o responsável, a criação das urgências regionais permitiu reduzir constrangimentos, "mas não necessariamente evitá-los, porque o problema de fundo, que é a escassez de recursos humanos, subsiste".