Greve desta segunda-feira na função pública pode afetar sobretudo saúde e educação
Foi convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap).
Foi convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap).
Segundo a federação que representa sindicatos da administração pública, os setores da saúde e da educação serão os mais afetados, assim como em organismos como a AIMA.
Nos termos do acordo plurianual para o período 2026-2029, "a atualização salarial em 2026 será de 56,58 euros ou um mínimo de 2,15%, e de 60,52 euros ou um mínimo de 2,30% em 2027, 2028 e 2029".
Esta atualização salarial ainda não será refletida no processamento deste mês, que já foi fechado, pelo que apenas deverá ser efetuada em fevereiro.
O subsídio de refeição do Estado, que também define o limiar de isenção de IRS do privado, vai subir 15 cêntimos a partir do próximo ano, de acordo com o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado. A ideia é que chega aos 6,6 euros em 2029.
Proposta do Livre pretendia que o valor do subsídio de refeição subisse dos atuais seis euros por dia para 11 euros em 2026.
Executivo de Luís Montenegro reúne-se esta quarta-feira com as três federações sindicais
O atual acordo, assinado em novembro de 2024 com duas das estruturas sindicais da Função Pública (a Fesap e Frente Sindical), prevê aumentos de 2,15%, com um mínimo de 56,58 euros para o próximo ano.
É a primeira reunião após o Governo ter entregue a proposta de Orçamento do Estado para 2026.
A reunião acontece após a entrega da proposta do Orçamento de Estado para 2026 (OE2026), que tem de ser feita na Assembleia da República até 10 de outubro.
Uma peça sobre o populismo no Porto, uma feira de discos em Lisboa e um espetáculo de dança em Torres Novas: este fim de semana, não faltam motivos para sair de casa.
"Não há atualização do subsídio de refeição", mas "há uma atualização das ajudas de custo na ordem dos 5%", adiantou dirigente sindical Maria Helena Rodrigues.
Veja como dar um novo lar de forma sustentável aqueles utensílios que já não usa. Ou que solução de reciclagem é a melhor para o que se estragou.
Paris vai acolher os Olímpicos de 26 de julho a 11 de agosto, onde se vão coroar os reis das várias modalidades desportivas, mas também se vai ver em ação a inovação tecnológica dos equipamentos e modalidades.
Entre várias exigências, Movimento Outra Política para a Cultura defendeu uma reivindicação de há mais de uma década: 1% do PIB para a cultura.
"O "valor cultura" e o papel essencial que tem na construção do ser humano e na construção da própria democracia não pode ser simplesmente deixado às regras do mercado", defende o movimento Outra Política para a Cultura, que junta sindicatos e associações ligadas ao setor.