Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Oito associações ciganas anunciaram que iriam apresentar queixa no MP contra os cartazes, ponderando então também avançar com uma providência cautelar.
A plataforma acusa o Governo de anunciar "medidas milagrosas" que, na sua perspetiva, beneficiam senhorios, promotores e fundos imobiliários, ao mesmo tempo que os preços continuam a subir.
PSP nega "alegados maus-tratos".
Ana Paula Martins acusada de desviar as atenções de uma falha grave dos serviços públicos de saúde
Marcharam vestidos como o Ku Klux Klan frente ao SOS Racismo, criticaram o juiz Rui Fonseca e Castro por dividir a direita e são suspeitos de atividades terroristas.
Agressão contra o ator Adérito Lopes motivou esta concentração.
Anteriormente já havia sido "determinada a suspensão preventiva do agente", suspeito do homicídio de Odair Moniz.
O anúncio motivou a resposta de grupos da extrema-direita e o partido Chega organizou uma vigília de apoio à PSP.
Motorista ficou com graves queimaduras no corpo. Diz sentir "alívio" perante as detenções de duas pessoas por homicídio tentado.
Odair Moniz, morador no bairro do Zambujal, na Amadora, foi baleado mortalmente por um agente da PSP na Cova da Moura, na madrugada do dia 21 de outubro.
A morte de Odair Moniz deu origem a uma onda de tumultos na Área Metropolitana de Lisboa durante vários dias, com autocarros, automóveis, motos e caixotes do lixo incendiados.
Ricardo Leão defendeu o despejo "sem dó nem piedade" de inquilinos de habitações municipais que tenham participado nos distúrbios que têm ocorrido na Área Metropolitana de Lisboa.
O homem de 44 anos foi detido em flagrante delito, tendo-lhe sido "apreendido diverso material suspeito de ter sido utilizado na deflagração dos referidos focos de incêndio".
As declarações do presidente da Câmara de Loures surgiram no final da discussão de uma recomendação do Chega de alteração do regulamento municipal de habitação, permitindo despejar de casas municipais quem comete crimes.
"Saímos com a fome com que entrámos", descreveu Mamadou Ba, da SOS Racismo. Jakilson Pereira, do Moinho da Juventude, mantém "alguma esperança".