"É tempo de escolher o futuro que queremos", defende Inês Sousa Real
No discurso que proferiu na sessão solene das cerimónias do 25 de abril, Inês Sousa Real apontou a "violência e sofrimento" que ainda existe na sociedade portuguesa.
No discurso que proferiu na sessão solene das cerimónias do 25 de abril, Inês Sousa Real apontou a "violência e sofrimento" que ainda existe na sociedade portuguesa.
Sessão solene realizou-se este sábado no Parlamento.
Quer durante o período de campanha eleitoral, quer já como Presidente da República, António José Seguro tem feito apelos para haver diálogo entre parceiros sociais e Governo no processo de revisão da legislação do trabalho.
A sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril no parlamento está marcada para as 10h00. O chefe de Estado será o último a discursar, depois dos representantes dos partidos e do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco.
Durante o discurso de André Ventura na sessão solene os 50 anos da Constituição da República Portuguesa, os deputados constituintes saíram da Assembleia da República. Aguiar Branco foi obrigado a intervir e voltou a dar a palavra a André Ventura.
A cerimónia oficial da tomada de posse realizou-se na Assembleia da República e durou cerca de uma hora. No final da sessão solene, foi ouvido o hino nacional.
Antes vai realizar-se uma parada militar na Praça do Comércio.
Cada grupo parlamentar poderá falar seis minutos.
A sessão solene comemorativa do 51.º aniversário do 25 de Abril de 1974 acontece em período de luto nacional de três dias decretado pelo Governo pela morte do Papa Francisco. Bancadas da esquerda criticaram a suspensão de cerimónias por parte do Governo. Direita optou por fazer campanha eleitoral nos discursos.
Abordando diretamente as comemorações do 51.º aniversário do 25 de Abril, o Governo afirma que "participará na sessão solene realizada na Assembleia da República, bem como em cerimónias oficiais organizadas por municípios", durante as quais deverá haver "momentos de homenagem ao Papa Francisco, incluindo a observação de um minuto de silêncio".
O presidente da Assembleia da República considerou que a manutenção da sessão solene do 25 de Abril respeita o legado deixado pelo Papa em defesa do pluralismo democrático.
A proposta foi feita aos partidos pelo presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, tendo sido aprovada por unanimidade.
A sessão que assinala a Revolução dos Cravos no parlamento não se realizou em apenas quatro dos 49 anos da Assembleia da República nascida das eleições de 25 de abril de 1976, data da entrada em vigor da Constituição democrática.
A Assembleia da República lembra hoje a figura de Mário Soares, numa sessão solene com honras militares e encerrada pelo Presidente da República.
Na primeira sessão solene evocativa do 25 de Novembro na Assembleia da República, os aplausos ao general Ramalho Eanes, presente na tribuna reservada às mais altas figuras do Estado, foram uma constante nas intervenções das bancadas à direita.
Foi ainda aprovada a deliberação da Iniciativa Liberal para que a Assembleia da República assinale com uma sessão solene o cinquentenário do 25 de novembro de 1975, integrando este momento nas comemorações dos 50 anos da revolução de 25 de Abril de 1974.