Os sociologicamente poderosos não gostam da Democracia
Se os nazis da AfD voltarem a ter um resultado eleitoral igual ou semelhante ao que obtiveram no Estado Federal de Saxónia-Anhalt, um desfecho nada de bom resultará para as populações europeias.
Se os nazis da AfD voltarem a ter um resultado eleitoral igual ou semelhante ao que obtiveram no Estado Federal de Saxónia-Anhalt, um desfecho nada de bom resultará para as populações europeias.
Com a vitória da AfD na Saxónia-Anhalt, o partido radical faz um caminho até ao poder. O que fazem quando chegam à governação depende da robustez das instituições, da complexidade do sistema político e, claro, se os partidos radicais governam com (ou sem) maioria.
A copresidente do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), Alice Weidel, provocou o chanceler alemão Friedrich Merz no Parlamento, esta quarta-feira, após a vitória sobre a União Democrata-Cristã (CDU) nas eleições na Saxónia-Anhalt. Merz respondeu e chamou-a de “força destrutiva”
Conhecido por ser o rosto sorridente da AfD, Siegmund começou a carreira como empresário no setor das fragrâncias, mas rapidamente passou a ser uma das figuras mais influentes da extrema-direita alemã. Chegou a autografar exemplares de uma revista que o apelidou de "o homem mais perigoso da Alemanha". Também tem sido acusado de nenopotismo.
O partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) celebrou, este domingo, o resultado histórico nas eleições regionais na Saxónia-Anhalt, ao conquistar mais de 43,8% dos votos (resultados preliminares). Contudo, não conseguiu a maioria absoluta que procurava para poder governar sozinha.
AfD foi o partido mais votado, com 43,8%, ficando a três assentos da maioria absoluta no parlamento regional.
Sondagens apontam a Alternativa para a Alemanha (AfD) com 40% dos votos nas eleições regionais em Saxónia-Anhalt.
Nas eleições regionais na Saxónia-Anhalt e em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, em setembro.