União Europeia pede à Venezuela que liberte todos os presos políticos
De acordo com a organização não governamental Justiça, Encontro e Perdão estão presas na Venezuela 667 pessoas por motivos políticos, entre eles cinco cidadãos portugueses.
De acordo com a organização não governamental Justiça, Encontro e Perdão estão presas na Venezuela 667 pessoas por motivos políticos, entre eles cinco cidadãos portugueses.
Esta morte eleva para 20 o número de presos políticos que morreram sob custódia desde 2014.
O desfile a celebrar a Revolução dos Cravos arrancou pelas 15h30, liderado pelas tradicionais Chaimite, as icónicas viaturas blindadas usadas em 1974 na Revolução dos Cravos, e um de um cartaz alusivo aos presos políticos libertados há 52 anos.
Atualmente existem 1.200 presos políticos no sistema prisional do país e o relato de maus tratos, humilhação, fome e abusos por parte de Alexander Díaz Rodríguez ao jornal espanhol ABC não é um caso isolado.
Líder do Chega esteve esta segunda-feira num debate com o historiador Pacheco Pereira depois de André Ventura ter afirmado em Parlamento que houve mais presos políticos depois do 25 de Abril.
Vários ativistas e familiares de presos políticos na Venezuela assinalaram o domingo de Páscoa com a ‘Queima de Judas’, em protesto contra as autoridades e exigindo a libertação dos detidos.
As autoridades da Bielorrússia ainda não fizeram qualquer comentário sobre a alegada nova ronda de libertações.
Presos políticos terão recebido amnistia entre sexta-feira à noite e este sábado de manhã.
Dezenas de familiares e ativistas concentraram-se, este sábado, junto à prisão El Helicoide, em Caracas, para exigir a libertação imediata dos seus entes detidos por motivos políticos.
Delcy Rodríguez defende a realização de uma "grande consulta nacional" para construir um novo sistema de justiça no país.
Governo afirma que 116 saíram em liberdade mas não revela os nomes.
Diógenes Angulo foi libertado da prisão e voltou a abraçar a família, sem saber ainda que Nicolás Maduro tinha sido afastado do poder dias antes. A sua libertação acontece num contexto de libertações de presos políticos que o governo venezuelano diz visar a “pacificação” do país, após pressão dos Estados Unidos.
Segundo o balanço mais recente da Foro Penal, o número de presos políticos incluía 86 pessoas com nacionalidade estrangeira ou com dupla nacionalidade, entre os quais cinco lusovenezuelanos.
O dirigente da oposição venezuelana, que vive exilado em Espanha, na sequência das eleições de 2024, fez "um apelo sereno e claro" sublinhando "que o seu dever é cumprir e fazer cumprir o mandato soberano expresso em 28 de julho de 2024".
Os dados, segundo o FP, não incluem ainda as todas as pessoas que foram detidas e libertadas ou que estão a ser mantidas em detenção de curta duração (48 horas).
Além do luso-venezuelano Williams Dávila, encontram-se detidos outros três cidadãos portugueses com dupla nacionalidade.