Mais de 200 reclusos da prisão de Lisboa protestaram hoje contra falta de condições
Na base do protesto estão a falta de condições de habitabilidade e reclusão da cadeia.
Na base do protesto estão a falta de condições de habitabilidade e reclusão da cadeia.
Hoje há mais centrais de blackstart, mas a Grande Lisboa continua vulnerável. A maternidade Alfredo da Costa reforçou a capacidade dos geradores, mas não se sabe o que foi feito nos hospitais. O mesmo nas prisões – há seis em que a luz falhará certamente numa nova crise –, semáforos, telecomunicações e abastecimento de água.
Jorge Alves, que liderou o sindicato durante 14 anos, é suspeito de ter desviado dinheiro para despesas pessoais.
Além destas questões consideradas essenciais, serão desbloqueadas 200 promoções a guarda principal (número que pode vir a ser aumentado durante as negociações) e a promoção de pelo menos 15 operacionais à categoria de chefes principais.
Sindicato vai ter uma reunião com o grupo parlamentar do PSD quinta-feira.
As cinco guardas prisionais que se dirigiram à cela e a reclusa foram transferidas para um hospital por inalação de fumo.
No decurso da operação foi ainda desmantelado um laboratório clandestino de produção de drogas, que funcionava num apartamento em Lisboa, que servia exclusivamente essa finalidade.
Num esclarecimento, o Ministério da Justiça e Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais destacaram que não foram "recolhidas provas, evidências ou indícios de qualquer tentativa de fuga", sendo o único "facto concreto" o telefonema anónimo "cuja origem está a ser apurada".
"Não chegou a acontecer a tentativa de evasão porque nós detetámos, através do sistema de informação e segurança, que funcionou, que havia seis indivíduos que pertencem ao Primeiro Comando Capital do Brasil, que estão lá presos, que iriam ontem [sábado] tentar fugir da cadeia de Coimbra", alertou o sindicato de guardas prisionais
Uma carrinha de fornecimento de refeições colidiu contra um portão do EPL e agora, aguardam resposta do seguro da empresa. Sindicato alerta ainda para sobrelotação e falta de guardas prisionais.
Os reclusos, com cadastro violento, de furto a homicídio, exploraram as fragilidades dos serviços prisionais portugueses na preparação da fuga.
O presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional alertou a carência de recursos humanos constitui o "maior problema do sistema prisional".
Na cadeia do Linhó (Sintra), a adesão atingiu esta quarta-feira os 100%, com a garantia dos serviços mínimos.
O guarda precisou de levar pontos no sobrolho e ficou com o nariz partido, tendo de ser assistido no hospital. Sindicato responsabiliza escassez de pessoal.
O afilhado de Maria ligou-lhe no início da semana, alterado e a chorar. Tinha sido agredido numa pequena prisão do Norte, pela segunda vez. Dizia estar "pisado" nos braços, na cara, e temia ter fracturado as costelas. Sindicatos, associações e Direcção Geral dos Serviços Prisionais manifestam preocupação.
Fonte oficial da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais afirmou não ter informação sobre o resultado do teste ao guarda prisional.