Esta história não é Tua
A morte silenciosa da linha do Tua é a crónica de um Estado capturado. E de como Portugal despreza os portugueses.
A morte silenciosa da linha do Tua é a crónica de um Estado capturado. E de como Portugal despreza os portugueses.
O arquiteto vencedor do prémio Pritzker 2011 foi o responsável pela conceção do edifício instalado junto à foz do rio Tua, no âmbito da barragem que a EDP construiu entre os concelhos de Carrazeda de Ansiães (Bragança) e Alijó (Vila Real).
A associação ambiental afirma que "os relatos das famílias afetadas evidenciam situações de desespero, com pressões para um acordo rápido, a meses de abandonarem os seus lares."
A comissão parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação aprovou a audição de João Pedro Matos Fernandes no processo que envolve o Estado e a EDP.
O presidente da EDP, António Mexia, considerou que é necessário fazer "o que está lá previsto" no contrato entre o Estado e a elétrica.
GEOTA diz ter encontrado "informações contraditórias preocupantes" ao estudar o processo de atribuição da barragem.
Numa carta enviada ao ministro do Ambiente, a elétrica pede que o Governo que esclareça qual a sua posição relativamente à construção da barragem em Amarante.
Já em relação à obrigação de o Estado devolver ou não o montante que a EDP pagou como contrapartida financeira pela exploração da barragem por 75 anos, Costa admitiu divergências.
Ministro do Ambiente disse que ministério não encontra razão para construir a barragem nem para indemnizar a EDP. Em causa está um valor de cerca de 218 milhões de euros.
Joaquim Mota e Silva garantiu "tudo fará" para "defender o rio Tâmega" e "embargar a construção das três barragens".
O ministro do Ambiente anunciou hoje no parlamento que a barragem do Fridão, no rio Tâmega, não será construída e que "não há razões para a restituição de qualquer montante" à EDP.
Foi entregue no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa uma ação popular contra a construção da barragem e subscrita por habitantes, comerciantes e empresários locais.
O Governo garante que ainda não há decisão final sobre a construção da barragem de Fridão, relembrando que a mesma será conhecida até 18 de abril. Caso não avance, a EDP terá de ser indemnizada em mais de 200 milhões.
O Governo garante que ainda não há decisão final sobre a construção da barragem de Fridão, relembrando que a mesma será conhecida até 18 de abril. Caso não avance, a EDP terá de ser indemnizada em mais de 200 milhões.
Segundo o comentador da SIC, falta saber como indemnizar a EDP.
Segundo o comentador da SIC, falta saber como indemnizar a EDP.