Administração Trump lança dúvidas sobre execução ao vivo de militar por um pelotão de fuzilamento
JD Vance diz que, se for transmitiudo em direto, não vai ver.
JD Vance diz que, se for transmitiudo em direto, não vai ver.
No Dia Mundial e Europeu contra a Pena de Morte.
Mulher do Tennessee tinha sido condenada à pena de morte, mas acabou por sobreviver a duas injeções letais. Foi transferida para um hospital, onde está agora a recuperar.
A democracia está com tendências suicidas. Sim, porque quem pode dar-nos o Brasil dos Bolsonaros, são os brasileiros e as asneiras de Lula. Quem conhece história sabe que isto não é novo, e nunca acabou bem. Vamos lá (não) ver.
Uma notícia aparece numa semana de 2026 e não na Idade Média: condenada à morte, Pike basicamente sobreviveu “a duas tentativas do Estado do Tennessee para a executar através de injeções letais”.
É o algodão que se celebra hoje, dia 7 de outubro. Mas a variedade de assuntos homenageados ao longo do ano é grande: vai da batata, à luta contra o racismo, até à sanita.
Quando o Estado erra na aplicação técnica do seu método mais sofisticado, a execução distancia-se de um acto de justiça e aproxima-se da tortura médica exposta. Isolar um indivíduo para administrar substâncias químicas que partem o corpo a conta-gotas destitui o processo da dignidade que a lei constitucional norte-americana teoricamente ampara, através da proibição de castigos cruéis.
Decisão foi tomada "tendo em conta os melhores interesses dos habitantes do Tennessee".
A ONU apelou, esta quinta-feira, às autoridades norte-americanas para que não tentem novamente executar Christa Pike, que permanece em estado crítico num hospital. A reclusa sobreviveu a uma tentativa de execução no Tennessee depois de receber duas doses de injeção letal.
Christa Pike permanece hospitalizada em estado crítico e a receber cuidados médicos para salvar a vida, um dia depois de ter sobrevivido a uma tentativa de execução no Tennessee. O advogado Randy Spivey classificou o procedimento como “cruel” e pediu ao governador que comute a pena de morte.
Advogado de defesa relata o que viu na sala de execuções e médico explica e o que pode ter corrido mal.
Christa Pike perdeu a consciência mas manteve batimentos cardíacos. Foi conduzida de emergência a um hospital.
Christa Pike está detida há 31 anos e a defesa alega que ela também é uma vítima.
Ataque terrorista levou ao reforço das regras de segurança em aeroportos por todo o mundo e teve um profundo impacto nas relações sociais.
O juiz tinha a opção de levar o caso a julgamento com uma acusação menor, como homicídio simples, onde as penas seriam menores.
A posse de 50 munições, esquecidas na mochila, garante, fez com que passasse 15 dias detida em Bali. Acabou deportada e agora está a escrever um livro. A neuropsicóloga tem 47 anos e é federada em tiro.