Irmão de Marcelo e ex-deputado entre as primeiras vítimas da burla "olá pai, olá mãe"
Crime através do WhatsApp ocoreu em 2022.
Crime através do WhatsApp ocoreu em 2022.
Segundo a PJ, os aparelhos aprendidos "permitiam remeter mensagens de forma massiva e terão lesado um número indeterminado de vítimas, presumivelmente na ordem dos milhares".
Os crimes terão permitido "ilicitamente obter lucros que, até ao que foi possível apurar até à data, ascendem a dezenas de milhares de euros".
Foram lesadas 41 pessoas numa quantia superior a 100 mil euros.
A PJ deteve um cidadão estrangeiro, de 29 anos, suspeito de vários crimes de burla qualificada, falsidade informática e branqueamento de capitais, que lesaram 11 pessoas.
Alguns métodos podem proteger as pessoas de fraudes como a "Olá pai, olá mãe", mas também colocam em causa a privacidade.
Homem de 38 anos é suspeito de ter praticado crimes de burla qualificada, associação criminosa e branqueamento de capitais, na sequência da burla "Olá Pai/Olá Mãe". A esposa e a filha também foram indiciadas pela coautoria do crime.
Este tipo de crimes tem aumentado nos últimos anos. Em 2023 a PSP registou 12.238 crimes de burla informática e comunicações.
Detido não falou ao juiz em tribunal e acabou por levar a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva. Não trabalhava sozinho, mas dele não é esperada cooperação.
O número de detidos passou de dois em todo o ano de 2019 para 31 até outubro deste ano, com o número de suspeitos a subir de 251 para 390, no mesmo período.
Na sexta-feira a PJ já tinha referido que, "foi dado cumprimento a um mandado de busca domiciliária e detido, em flagrante delito, um cidadão estrangeiro, pela prática do crime de burla qualificada".
Mais de 200 denúncias com valores que ultrapassam 100 mil euros.