Entre 2041 e 2050 podem desaparecer até quatro mil glaciares por ano
Estudo publicado pela revista Nature Climate Change aponta que em meados deste século o desaparecimento de glaciares poderá atingir um novo pico.
Estudo publicado pela revista Nature Climate Change aponta que em meados deste século o desaparecimento de glaciares poderá atingir um novo pico.
Trouxe a inteligência artificial para a vanguarda do discurso público e gerou apreensão e fascínio. Dois anos depois do seu "nascimento", o que reserva o futuro para este chat?
Os investigadores acreditam que o efeito das alterações climáticas nos incêndios aumenta ao longo do tempo, à medida que o clima continua a aquecer.
Estudo revela que o declínio dos níveis de clorofluorocarbonetos e os hidroclorofluorcarbonos, que se encontram em sistemas de refrigeração, ar condicionado e aerossóis, contribuiu também para a luta contra o aquecimento global.
A COP28 vai decorrer entre 30 de novembro e 12 de dezembro no Dubai, numa altura em que o planeta caminha para um aquecimento de 2,5°C a 2,9°C até ao final do século.
A seca prevista para este século pode fazer avançar a primavera entre 1,2 e 2,2 dias por década.
Estudo aponta para alterações irreversíveis que indiciam perda de estabilidade do sistema de correntes, causadas pelo aumento de temperaturas originado pelos gases de estufa.
A diferença, indica a investigação da Universidade da Califórnia, vai sentir-se até 2100 e vai ter também impacto na biodiversidade.
Estudo prevê entre 20% e 55% dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico tenham agora temperaturas e níveis de sal muito alterados.
De acordo com um estudo, de setembro de 2019 a janeiro de 2020, aproximadamente 5,8 milhões de hectares de florestas temperadas arderam na região de Nova-Gales do Sul e no Estado de Vitória, considerada a estação de incêndios mais devastadora registada.
Líderes mundiais reúnem-se na segunda-feira em Nova Iorque, numa cimeira convocada pelo secretário-geral da ONU para definirem objetivos mais ambiciosos na contenção do aquecimento global.
Greve estudantil pelo clima volta a encher as ruas esta sexta-feira, 24 de maio, dias antes das eleições europeias. Governos são pressionados a agir.
As espécies de animais que vivem na África Central e de Leste, na América Central e do Sul e no Sudeste Asiático irão sofrer as maiores perdas do seu 'habitat'.
Segundo o estudo, publicado na revista Nature Climate Change, um quarto do planeta, afectando mais de 25% da população mundial, viverá num estado de crescente desertificação se a temperatura terrestre aumentar 2º C.
Estudo revela efeitos no clima da meta acordada de subida da temperatura em dois graus.
Emissões deverão crescer 2% este ano em relação a 2016, atingindo um recorde de 36,8 mil milhões de toneladas.