Um eclipse de cada vez
Portugal, frívolo sem querer 11 meses por ano, fica frívolo de propósito no querido mês de agosto.
Portugal, frívolo sem querer 11 meses por ano, fica frívolo de propósito no querido mês de agosto.
"A segunda volta vai ser sempre mais simples do que a primeira", gracejou o candidato, enquanto montava uma Harley Davidson junto ao marco do quilómetro zero da Estrada Nacional 2.
A EDP não é um Estado dentro do Estado. Portugal é que é um Estado murcho dentro da todo-poderosa EDP.
De pouco nos serve escolher um Parlamento e um Governo, se o verdadeiro poder em Portugal não é o democrático.
Parte dos impostos devidos pela venda das barragens no Douro caducou no final do ano. Portugal caduca a seguir.
A novela da aprovação do Orçamento não vale a tinta que verteu. Nas grandes negociatas do regime, o consenso é inquebrável.
A expedição à neve da ministra da Coesão Territorial é só uma daquelas tolices que costumam dar em Agosto. O que é mesmo mau é que, tirando o gelo, nada mais se vê do seu Ministério.
Sobre a venda das barragens, o movimento garante que "nunca pediu, nem recebeu qualquer parecer ou nota jurídica de José Maria Pires, nem de outra pessoa, pelo que desmente categoricamente as alegações do Ministério das Finanças".
O negócio das barragens da EDP é um roubo gritante a Trás-os-Montes e ao país. O Governo devia ter travado o assalto. Em vez disso conduziu o carro da fuga.