Detido em Espanha filho do fundador da Mango suspeito do homicídio do pai
Jonathan Andic foi levado para ser ouvido num tribunal de Barcelona pelo juiz.
Jonathan Andic foi levado para ser ouvido num tribunal de Barcelona pelo juiz.
Entre os feridos contam-se "entre quatro ou seis" com gravidade, indica o presidente da Câmara de Gelida, Lluís Valls.
Declarações contraditórias de Jonathan Andic levaram as autoridades a reabrirem o caso. Investigadores já estarão a analisar o conteúdo do seu telemóvel.
Dois elementos dos Mossos d'Esquadra foram detidos na quinta-feira por suspeita de terem ajudado o líder separatista a abandonar o centro de Barcelona sem ser detido.
Líder separatista marcou presença junto ao parlamento catalão onde hoje devia tomar posse o novo presidente regional, o socialista Salvador Illa. Falou em público, mas escapou à Operação Jaula que estava montada para o deter. Dois agentes foram detidos.
Quarenta suspeitos foram detidos em Espanha e três estão detidos em Portugal e aguardam extradição para Espanha. As fraudes assentavam num esquema de chamadas telefónicas fraudulentas e engenharia social.
Cabos de fibra ótica e de sinalização foram roubados durante a madrugada. Ligação entre as duas cidades foi retomada cinco horas depois.
José Eduardo dos Santos encontra-se hospitalizado em estado crítico numa clínica de Barcelona.
Sergey Protosenya foi encontrado enforcado no jardim da sua casa de férias em Lloret del Mar. Os corpos da sua esposa Natalya e da sua filha Maria foram encontrados esfaqueados.
A investigação da polícia catalã também apurou que algum responsável do FC Barcelona "cedeu dados pessoais de sócios do clube, com o intuito de serem utilizados para fins de propaganda".
O antigo presidente do Barcelona está a ser investigado por contratar uma empresa para denegrir a imagem de jogadores e lendas do clube nas redes sociais, Messi incluído. Pelo meio, afundou os catalães numa dívida de mais de 700 milhões de euros.
Esta noite foi a quinta sucessiva de protestos em Barcelona, tendo a manifestação escalado para motins e saques em dezenas de lojas no centro da cidade.
Rapper catalão foi condenado a nove meses de prisão pelo que a justiça considerou ser injúrias à monarquia e glorificação do terrorismo. Nas ruas de Espanha há protestos de apoio a Hasél e em Portugal foi criado um manifesto.
Rapper catalão foi preso na reitoria da Universidade de Lérida, onde se trancou com dezenas de seguidores para impedir a sua detenção. Foi condenado a nove meses de prisão por injúrias à monarquia e glorificação do terrorismo.
No primeiro fim de semana em que foi permitido aos espanhóis passear e praticar desporto foram emitidas 36.681 multas.
Denúncia foi feita para o 112 por um dos participantes da festa sexual.